29 de abril de 2016

A mais pura verdade #IDY2016


Para esse mês, no I Dare You, escolhi ler um livro que tinha abandonado, o A mais pura verdade, do Dan Gemeinhart. Esse livro eu ganhei de cortesia da Editora Novo Conceito e fiquei muito feliz por ter ganhado, porém, nunca consegui finalizar a leitura.
Peguei a sinopse dele para vocês entenderem melhor.

Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha.

Mas, em certo sentido um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças.

Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.

Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier.Nem que seja a última coisa que ele faça. 
A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.

Já da pra entender que a pegada do livro é bem sentimental, né? E ele realmente faz com que você se emocione, chore, sinta raiva da vida, mas ao mesmo tempo, sinta uma certa empatia com o Mark.



A História...

Mark está doente. Uma doença muito, muito ruim. E claro que, como era de se esperar de alguém que tem uma doença muito ruim, ele está rebelde e questionando as coisas. Por isso ele foge, como diz a sinopse, porque quer fazer algo com a sua vida. Algo que, para ele, seja útil. O que é escalar o Monte Rainier. Jessie, sua melhor amiga, fica num dilema e não sabe o que fazer acerca do que está acontecendo ao seu redor.

Esse era o tipo de amizade que tinham. Ela sentia a dor dele.

Ela e Mark são melhores amigos de infância, daqueles que conversam em códigos. No caso, eles conversam por haicais muito significativos. Enfim, a história então narra a fuga de Mark e, ao mesmo tempo, mostra a sua família e a angustia de não saberem onde ele está e o que pode estar acontecendo com ele. É uma trajetória tensa, mas ao mesmo tempo mostra os detalhes que fazem a vida feliz. E também faz você querer ter um cachorro como o Beau. Aliás, o Beau! Melhor personagem do livro, leal como todo cachorro.

Mesmo a muitos quilômetros de distância, um amigo ainda pode segurar sua mão e estar ao seu lado.

A decisão de Mark, na verdade, se baseia em uma coisa significativa para ele. Seu avô era alpinista e apresentou a ele esse mundo e o Monte. O sonho dele era escalar essa montanha e, com as recentes descobertas, decidiu que aquele era o momento.

Essa é uma coisa que não entendo: por que alguém queria me impedir. Tudo o que eu queria era morrer. Essa é a mais pura verdade.

Informações técnicas


Eu acho a capa dele um amorzinho, desde as cores, até a fonte e as figuras. Tem bem a ver com a história, acredito eu.


É da Editora Novo Conceito - que desde sempre tem capas lindas, vamos combinar. A parte de dentro do livro também não deixa a desejar, desde a escolha da fonte até a divisão dos capítulos. As páginas são amareladas e o texto é justificado.


Escrito em primeira pessoa nas partes do Mark (os capítulos "inteiros") e em terceira pessoa nas partes da Jessie (os capítulos "e meio"). Tem 221 páginas e foi lançado ano passado.



Minha opinião

Eu gostei muito do livro, dei 5 estrelas. Acho que por ele ser leve, leitura rápida e gostosa. Me emocionei em muitas partes dele, até porque não tem como. Mark, na minha opinião, é bastante egoísta, mas é compreensível, mesmo que machuque quem ele ama. Digo, ele tomou muitas decisões sem pensar em seus pais, ou na Jessie ou no Beau. Ele quis que eles fizessem algo por ele sem perguntar se eles queriam ou podiam. Jessie passa o livro todo num dilema horrível e angustiante. Beau passa por situações muito ruins - que poderiam levar a um acontecimento muito ruim - por ser leal ao seu amigo. Porém, como disse, é compreensível. Ele está doente e rebelde e assustado. Diversos momentos eu só queria abraçá-lo e levá-lo para casa. Em outros, eu senti muita raiva dele, hehe. Como um todo, o livro é bem escrito, tem um fim muito legal e não é previsível, pelo menos não foi para mim. Ele mostra coisas importantes da vida, como a amizade e o medo e coisas que achamos importantes e que, nem sempre, são. Vale a pena a leitura.

Morrer e viver. É tudo uma bagunça. Essa é a mais pura verdade. Aquilo me deixava irritado. Um tipo de irritação triste.

Bom gente, e é isso. No último dia eu consegui postar a resenha e tô muito feliz por isso! Espero que gostem e, se já leram esse livro, comentem aqui o que acharam.

Beijos e até segunda. ;*

O mundo inteiro é uma tempestade, eu acho, e todos nós nos perdemos em algum momento. Vamos atrás de montanhas no meio das nuvens para que tudo pareça valer a pena, como se isso tivesse algum significado. E, as vezes, nós as encontramos. E seguimos em frente.

27 de abril de 2016

Uma série que amo mas acabou | Por Isabelle Felicio

Eu já queria a muito tempo poder fazer uma troca com um blog e aí surgiu a ideia lá no melhor grupo da internet. Falei com a Mari e ela aceitou trocar comigo. Então surgiu a escolha do tema. Vamos falar de livros em comum? Vamos! Por incrível que pareça, não tínhamos nenhum em comum. Isso é possível? Então vamos falar de séries. Ok, não assisti quase nenhuma série na vida, mas pode dar certo. Ela pergunta, "você já assistiu Revenge?" e eu fiquei tipo... de boca aberta. Como entre milhares de livros lidos não tivemos nenhum em comum, uma paixão que obviamente temos as duas, e entre tantas séries ela falou Revenge. Logo Revenge. A única série que finalizei na vida. A minha série preferida. Então, vamos falar de Revenge.











Eu já queria começar soltando vários gritos do tipo VOCÊS TEM QUE ASSISTIR, ESSA SÉRIE É MARAVILHOSA, VOCÊ VAI FICAR VICIADO RAPIDINHO, AI MEU DEUS ASSISTE AGORA. De certa forma, comecei como queria e estou um tanto satisfeita por isso, agora posso falar que nem uma pessoa normal.

Em Revenge vamos conhecer muitos riquinhos que moram nos Hamptons, área mais que nobre de New York. Se você pesquisar essa localização no Google ele vai falar que é o cenário principal da série. Até o Google sabe dar dica de série boa gente. Todo mundo sabe que gente rica briga por baixo dos panos, e lá não é diferente. A Rainha Topster é Victoria Grayson, que apesar de má, me fez gostar muito dela. É fora do sério a atuação dessa mulher. Os Grayson são a família mais rica e mais popular de todas. Dão todos os eventos, são os mais conhecidos e claro, odiados. 

Tudo vai bem até a chegada de uma pessoa, quem chamamos de Emily Thorne, a personagem mais incrível de todas. Ela é a nossa vingativa. Ela que vai se envolver com tudo e transformar a vida de todos num inferno. É o que ela quer, vingança. E é incrível o quanto ela consegue fazer sem ser descoberta, sendo apenas mais uma riquinha do Hamptons. E logo no começo você descobre quem ela é de verdade e o porque de todas as suas ações magistralmente calculadas.

Eu só tenho um aviso pra você que está pensando em assistir: não pense que não vai se surpreender, porque a cada episódio você vai ter um mini ataque do coração com as revelações que há em todos eles. E com o quanto tudo vai fazendo sentindo e te deixando mais louco a cada cena.

Então pare de pensar em assistir e ASSISTE LOGO! Porque essa é a melhor vingança de todas. E claro, passa lá no blog pra ler o que a Mari escreveu sobre Revenge.

25 de abril de 2016

O Pequeno Príncipe #IDY2016


Oi, gente! Os temas para o I Dare You de abril eram: "comprou pela capa", "abandonado" e "lançamento". Escolhi o "abandonado". Sim, eu nunca tinha lido O Pequeno Príncipe! Há um tempo eu peguei para ler, mas acabei deixando de lado e trocando por outras leituras. Enfim, como a vida anda meio corrida, esse livro foi perfeito para esse mês, pois li em menos de uma hora.
Sinopse:
Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida.

A história...
O livro começa com o "piloto" - citado na sinopse - falando sobre um desenho que fez aos seis anos, e a incompreensão dos adultos em relação a ele.

"Eu fora desencorajado pelo insucesso do meu desenho número 1 e do meu desenho número 2. As pessoas grandes não compreendem nada sozinhas, e é cansativo, para as crianças, estar toda hora explicando."
Foto autoral.

Depois, já adulto, tem um problema no avião e cai - sozinho - num deserto. Lá, encontra o Pequeno Príncipe.
Eles vão se conhecendo e, ao mesmo tempo, nós conhecemos a história do principezinho. Resumindo, ele é de outro planeta, e passou por vários outros até chegar na Terra. E em cada um, havia uma pessoa que, para mim, representava alguém/alguma características de nós, daqui da Terra. Mas sobre isso eu falo mais depois.
Após o piloto conhecer a trajetória do Pequeno Príncipe, este resolve ir embora e voltar para sua querida amiga (que vocês saberão quem é se lerem o livro). 

Informações técnicas...
Para começar, quero dizer que as fotos serão bem poucas (minhas, no caso), mas é porque o livro da minha casa é muito antigo, e está sem a capa. Além disso, tem alguns rabiscos feitos pela minha irmã quando ela era pequena.
Foto: Wikipedia

Mas vamos lá: o livro é muito curto, tem 96 páginas. A letra é grande e há ilustrações - muito infantis, simples, porém fofas - o que torna o livro "menor" ainda.

Foto autoral.

Foto autoral.

As páginas são amareladas, e a capa, fofinha como as ilustrações do interior. 
O livro é escrito em primeira pessoa, pelo "piloto".
Ah, ele é da Editora Agir.

Minha opinião...
Como eu disse lá em cima, li o livro em menos de uma hora. É uma leitura muito leve! Embora seja um livro infantil, achei bem crítico - mesmo escrito há mais de 70 anos -, pois mostra como a humanidade é (até hoje) de uma forma infantil e ingênua.
O príncipe passa por alguns planetas antes da Terra, e neles há um vaidoso, um bêbado, um rei que acha que todos devem obedecer a ele, um homem que só trabalha, outro que "possui" as estrelas (ironicamente, as conta todos os dias, escreve o número num pedaço de papel e o guarda). Identificaram nossas características aí? Então.
O Pequeno Príncipe é um livro que rende muitos quotes, e separei alguns que gostei bastante. Imagino que vocês já conheçam várias frases, já que sempre vemos por aí, mas mesmo assim vale a pena ler de novo.

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."
"É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos."
"É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros."

"Mas os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração..."

"Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não tem mais amigos."

"Mas ninguém lhe dera crédito, por causa das roupas que usava. As pessoas grandes são assim. [...]
O astrônomo repetiu sua demonstração em 1920, numa elegante casaca. Então, dessa vez, todo o mundo se convenceu."

Enfim, para mim, O Pequeno Príncipe é um livro que mostra muitos valores, e é realmente bom para crianças. Achei um livro bonitinho como um todo, por isso a minha nota 4. Recomendo sim, se você quiser uma leitura leve e rápida.

Vocês já leram esse livro? Acham o mesmo que eu? Me contem!
Beijos e até quarta!

22 de abril de 2016

Vamos falar sobre livro de autoajuda?


Não muito tempo atrás eu tinha um grande preconceito com livros de autoajuda. Achava que eram superficiais, porque por que diabos alguém escreveria mensagens do tipo você consegue, acredite em você e ia ganhar dinheiro com isso? Mesmo me considerando uma garota inteligente, eu tinha esse pensamento pequeno. E, hoje, admito isso porque me rendi a autoajuda. Não só a livros, mas a qualquer coisa que passe uma mensagem positiva ou de ajuda em alguma coisa ou algum momento da vida.
A verdade é que por mais óbvia que a mensagem seja, as vezes você precisa ler. Você precisa ouvir. Conselhos são as coisas mais batidas do mundo, todo mundo sabe. E, mesmo assim, você precisa deles. Claro que existem livros bobos de auto-ajuda, mas existem uns muito importantes. Até mesmo engrandecedores. Conheço pessoas que tomaram atitudes após a leitura de um e isso é maravilhoso. 
Enfim, quando eu passei a gostar desse tipo de coisa, veio a segunda fase do pensamento pequeno: não contar para as pessoas que eu gosto de livros de autoajuda. Por que? Não sei, Acho que porque, talvez, elas tivessem preconceito também. Aquele tipo de coisa que você sente quando precisa ir num psicólogo, o medo de que alguém te olhe torto. Não sei se isso precisa ser dito, mas estou dizendo que não importa. Você pode gostar do que quiser nessa vida. Você não é mais inteligente por ler Kafka e nem mais burro por ler Crepúsculo (eu adoro Crepúsculo!). Assim como você não é uma pessoa superficial e maria-vai-com-as-outras por ler livros de autoajuda. Tem gente que precisa de um livro que confirme tudo aquilo que a mãe disse a vida inteira. Faz parte.
Estou entrando nesse time. Infelizmente, porque é mais dinheiro que quero gastar e não tá sendo fácil. País tá em crise, galera.

Aproveitando essa vibe, venho apresentar a vocês um livro de autoajuda maravilhoso. Eu o comprei porque a ideia era de que as pessoas não nascem com talentos, elas desenvolvem. Eu fiquei muito feliz por saber disso!

Foto autoral

O livro O Segredo do Talento, do Daniel Coyle, separou 52 dicas para você ser talentoso e desenvolver habilidades. As dicas são bem curtinhas e muito eficazes. Sério, quando você lê, para e pensa, cê diz "caraca, é verdade!"
Ele é dividido em três partes, sendo a primeira "Primeiros passos: Fique atento, roube ideias e esteja disposto a fazer papel de bobo"; a segunda: "Desenvolvimento das habilidades: Encontre o ponto ideal e se esforce"; e a terceira "Progresso contínuo: Adote a repetição, cultive a garra e guarde em segredo as grandes metas". As dicas não são apenas "faça tal coisa". Elas trazem estudos, exemplos e muitos motivos para você seguir tal dica. Tudo isso em textos rápidos e de fácil entendimento, trazendo para nós essa orientação que, se você seguir à risca, tem tudo para dar certo.
Olha só algumas das dicas:
Dica 1 - Olhe todos os dias para suas imagens motivadoras.
Dica 4 - Compre um caderno.
Dica 5 - Esteja disposto a fazer papel de bobo.
Dica 15 - Divida as tarefas em blocos.
Dica 18 - É melhor praticar cinco minutos por dia do que uma hora por semana.
Dica 30 - Tire vários cochilos.
Dica 47 - Para reforçar o aprendizado, ensine.

Foto autoral
Todas elas fazem todo o sentido quando você lê os textos as explicando. Enfim, para resumir, é um livro que te ensina a aprender. Com ele, você vê que não é impossível. Você percebe o por quê daquelas horas sem dormir estudando para prova nunca deram certo. E que, as vezes, mudar de tática e assumir os erros é a melhor coisa a se fazer.

O livro é da Editora Sextante e ele é lindo. A primeira coisa que eu vi nele foi a capa e me apaixonei. Pesquisando no Google, vi que essa capa é nossa, porque a original é um tanto... sem graça. Ele tem 128 páginas amareladas e uma fonte muito tranquilinha de ler. Acho que um livro que tem muito aprendizado precisa ser mais leve na forma como vai se apresentar as pessoas.

Essa não é uma resenha habitual, porque na verdade, é o primeiro (de muitos) livro de autoajuda que li, então eu queria apenas contar minha experiência e apresentá-lo a vocês. Eu recomendo porque ele não é uma obrigação de ler, cê vai lendo aos poucos, ou quando precisar aprender alguma coisa. Se você quer aprender uma nova habilidade ou começar um novo hobby, acho que ele pode te ajudar. Eu, inclusive, já tenho em mente duas habilidades que quero desenvolver e vou utilizá-lo. Se der certo, conto para vocês ;)

Beijos e até segunda.

20 de abril de 2016

Vale a pena ler: Maze Runner - Correr ou Morrer



O que falar desse livro? Foi o último de 2015, e bem marcante. Por que? Maze Runner - Correr ou Morrer é muito diferente. A ideia do autor é tão incrível... O livro te prende da primeira à última página. Mas antes de mais nada, a sinopse retirada do Skoob:

Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.
Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.
Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.


A história...
Thomas chega num lugar desconhecido, sem se lembrar de absolutamente nada. Aliás, lembra apenas de seu nome. Quando chega na Clareira, e conhece aos poucos a realidade de lá, vê que ele não foi o único a chegar sem se lembrar de nada. Todos os garotos - sim, apenas homens - passaram por isso.

"(...) Thomas examinou o grupo outra vez. Quase acertara na primeira estimativa - devia haver, provavelmente, uns cinquenta e sessenta deles, variando de meninos entrando na adolescência a jovens adultos, como Alby, que parecia ser um dos mais velhos."

Ao longo dos dias ele começa a se acostumar com a vida na Clareira, como o fato de o gigantesco labirinto abrir durante o dia e se fechar durante a noite. Até que num dia, uma garota - a primeira a aparecer na Clareira - chega e assusta a todos. E o mais estranho: mesmo Thomas não lembrando dela, sabe que a conhece.

Depois que ela chega, a Clareira não é mais a mesma. Ou melhor, quando Thomas chegou as coisas começaram a mudar. E ocorrem várias coisas (muitas delas assustadoras) que fazem Thomas, mesmo sem saber quem é, seguir seus instintos e, é claro, correr.

Embora todos queiram sair daquele lugar onde estão presos, fica um grande questionamento: será que lá fora as coisas serão melhores?


Informações técnicas... 


Foto autoral.
Se tem algo que notei logo que peguei o livro é a sua leveza. De verdade, não parece ter mais de quatrocentas páginas.

A diagramação é muito bem feita e simples; a letra tem um tamanho agradável aos olhos e as folhas são amareladas.

Foto autoral.

Ah, eu adorei o que a Editora V&R fez: a capa do livro é a original, mas ele possui outra por cima, que é a do filme. Gostei porque podemos escolher qual deixar exposta na estante!

Foto autoral.

Foto autoral.

Foto autoral.

O livro é escrito em terceira pessoa e tem, ao todo, 62 capítulos (mais o epílogo) e 426 páginas. Ou seja, os capítulos são bem curtos (o que contribuiu para que eu não conseguisse ler um só). 


Minha opinião...
Para começar, quero dizer que quis o livro porque me apaixonei pelo filme. E fico muito feliz em dizer que não me decepcionei (tanto em relação ao livro quanto ao filme - que poderia parecer fraco em comparação ao livro).

Como falei no início, o livro prende a atenção. Isso devido ao fato de termos as mesmas dúvidas de Thomas, e também de descobrirmos tudo junto com ele.

Alguns pontos ficam um pouco cansativos por causa dos personagens: são muito irritantes! O protagonista tem tantas dúvidas e eles não respondem. Mas ao mesmo tempo, pensem: inúmeros garotos, presos juntos num único lugar tendo que lutar para sobreviver. Seria difícil não serem chatos (não quero ofender ninguém, hein!). Usam expressões bem bobas para designar os outros, como "plong" e algumas outras. Vejam:

"Uma vez mais, Thomas sentiu uma pressão de ansiedade no peito - eram tantas palavras e expressões que não faziam sentido. Trolho. Mértila. Encarregado. Aguadeiro. "

Mas não quero dizer que isso deixou o livro chato, de jeito nenhum! E como falei ali em cima, os capítulos são curtos e quando vi, tinha lido uns 10. Terminei o livro muito rápido.

Sabe aquele livro com bastante ação e tensão que te faz devorar cada página? Então. Maze Runner é um deles.

Ah, e um último conselho: lembre-se de respirar enquanto lê. É importante. Eu esqueci em diversos momentos.

Terminei ansiando pelo próximo - e ainda não consegui ler! :'(

Só posso dizer que recomendo demais, e espero que vocês aproveitem a leitura.

Foto autoral.

E se vocês viram o meu post de livros lidos em 2015, sabem que Maze Runner está na minha lista de favoritos, né?

Beijos!

18 de abril de 2016

4 dicas para treinar seu inglês


Oi, gente! Hoje quero dar 4 dicas a vocês que servem para treinar inglês sozinho. Aliás, coloquei inglês no título porque é o mais comum, mas as dicas servem para treinar qualquer língua (inclusive português, se tiver dúvidas... hahah). Uma observação básica: definitivamente não sou fluente, mas as dicas que vou dar estão me ajudando - e muito! - a aumentar meu conhecimento da língua. Vamos lá:

1- Pense em inglês. Sei que pode parecer bobo, mas funciona. Tipo: "I'm hungry!" é a que mais penso Coisinhas simples que fazem você se familiarizar com a língua. Depois de um tempo, comece a formar frases mais longas, e assim vai. Acaba fluindo. Ah, e eu perdi a conta de quantas vezes pensei uma frase praticamente inteira em inglês com uma palavra em português no meio. Fica bizarro? Sim! Mas me obriga a procurar a palavra depois. Com isso, estou aumentando meu vocabulário.

Foto: Pixabay

2- Assista vídeos em inglês. Vocês não sabem como ajuda! Pensei nisso num dia que estava sem fazer nada e procurei canais americanos que falassem sobre livros. Achei o Abookutopia, da Sasha Alsberg. Sério, eu adoro o canal dela! Além de aprender muito vocabulário, assistir vídeos contribui para que tenhamos uma pronúncia muito melhor.
O meu principal conselho é: não se apegue no que você não entendeu, e sim no que conseguiu entender. Sabe por quê? Às vezes, mesmo não sabendo algumas palavras, você entende o contexto. E depois que você se familiariza com a língua e o jeito de falar da pessoa, tudo fica mais fácil. Por isso, eu, particularmente, prefiro assistir só o canal da Sasha. Já me acostumei com o jeito dela.

Foto: Pixabay

3- Leia textos e, se conseguir, pequenos livros em inglês. Nesse caso, a leitura contribui muito com seu vocabulário, e ainda te diverte! Confesso que estou no estágio "textos em inglês". Mas ainda chego nos livros! Descobri que tenho mais facilidade para entender ouvindo do que lendo.

Foto: Pixabay

4- Assista séries, filmes e ouça música com legenda em português. Eu sempre tive preferências às legendas e quando comecei a gostar de inglês, vi como isso podia me ajudar. O ato de ouvir as palavras em inglês e ler em português faz com que associemos os termos. E isso ainda nos ajuda conhecer expressões locais, o que é muito bom. Só que é necessário que você preste muita atenção nas palavras, pois se apegar apenas à legenda não vai te ajudar muito.

Foto: Pixabay

Bem, é isso, pessoal. Gostaram das dicas? Vocês tem mais alguma que ajude a treinar outra língua? Me contem nos comentários!

15 de abril de 2016

3 coisinhas


Oi gente. Faz um tempo que acompanho o 3 Things, da Melina Souza, e sempre achei muito amorzinho! Aí decidi que seria uma boa forma de escolher coisas que fizeram minha semana/dia/mês mais feliz. Não vou prometer postar isso numa data fixa, mas sempre que eu tiver novidades, vou contar as três coisinhas aleatórias que mais me fizeram feliz nos últimos dias.
Eu pedi frango e o Ju pediu carne a parmegiana. Tava bom, mas podia estar mais!

Nesse domingo, o Ju (meu namorado) e eu decidimos fazer alguma coisa diferente. Basicamente, passamos o dia no shopping, olhando todas as lojas (eu amei, ele ficou meio desnorteado), comemos uma comida muito esteticamente bonita (e razoavelmente gostosa) no Patroni e fomos no cinema - eu assisti Batman vs Superman de novo, porque esse filme merece ser assistido sempre que der. Mesmo que tenhamos feito coisas... normais, para nós é diferente. A gente tá acostumado a se ver só na faculdade, ou só um na casa do outro, e para nós foi um dia muito bom. Tão bom que queremos repetir mas falta grana.

O Ju e eu pagando de modelo

Um trabalho de faculdade pode fazer a alegria de jovens bobos. Esse foi o nosso caso. Precisávamos contar uma história em 10 fotos. A mente maluca da pessoa que vos escreve imaginou uma história de amor não correspondido. Porém, a apaixonada (que no caso era eu), era muito psicopata. E ela faz coisas bizarras para conquistar o amado. Foi muito engraçado e muito vergonhoso, porque passamos as fotos pra todo mundo ver. 

Um gif pra deixar a gente felizinho *-*

Não sei se já mencionei, mas sou muito fã de McFly. Muito mesmo, há anos. Um tempo atrás eles deixaram de lado a banda, ficaram em hiatus, se uniram com outra banda (o McBusted ¬¬) e eu já havia desistido deles. Cada um começou a constituir família e eu pensei "ok, agora acabou". Mas eles voltaram!!! Fiquei tão feliz, sério. Fez meu dia. Eles estão sem gravadora aqui no Brasil, pelo que entendi, então não se sabe se a turnê vai chegar aqui. Mas só de ter música nova já fico MUITO feliz.


Eu acho esse exercício, de escolher coisas que te deixaram feliz na semana ou no dia, muito importante. Claro que muitas outras coisas me fizeram feliz, e sorrir e etc mas essas três foram as marcantes. É bom pra gente rever nossas reclamações e negatividades. Tendo coisas boas na nossa vida faz a gente ver que somos mais felizes do que tristes. E acho que isso é o que mais importa!
E você, o que te deixou feliz essa semana? Me conta nos comentários. *-*
Beijos e até segunda!

13 de abril de 2016

Indicação: Colour me creative


Oi, gente! Hoje quero falar das ilustrações de uma garota de 20 anos, da Nova Zelândia e que tem um talento absurdo. O nome dela é Kristina Webb. Eu descobri suas ilustrações há um tempinho, no Google, procurando imagens pra me inspirar a desenhar. obviamente não consegui fazer algo maravilhoso como os desenhos dela
A partir daí, comecei a acompanhá-la nas redes sociais, e ficar cada vez mais maravilhada com as coisas que ela faz. Mas sem mais delongas, vamos aos desenhos:

Além de fazer essas artes incríveis, ela tem um cabelo maravilhoso <3 (essa foto é antiga, mas o cabelo ainda é bonito).



É Harry Potter, gente. Harry Potter!

E Jogos Vorazes!







Gente, vou parar por aqui porque se eu continuar... Fico a vida inteira mostrando essas coisas lindas que ela faz. <3
Indico muito que vocês sigam o perfil dela no Instagram, mas também visitem as outras redes sociais.
Ah, ainda não disse que ela lançou um livro (que estou querendo muito, por sinal. Algumas lojas brasileiras -online- vendem, mas é importado, ou seja, bem caro). É esse aqui:



É isso, pessoal. Gostaram do post? É só falar que trago mais desse tipo. Sigo tanta gente boa... <3
E acho que nem preciso perguntar se gostaram das ilustrações dela, né?
Beijos!

11 de abril de 2016

TAG - Isso ou Aquilo? (Livros)


Eu queria responder uma tag e, nas minhas pesquisas, encontrei essa no blog BookShelf_One. Achei que seria legal trazer essa para o Coisinhas, para vocês conhecerem um pouquinho mais sobre nossos  gostos relacionados a livros. Vamos lá:

1. Áudio book ou livro?
Mariana: Livro. Na verdade, nunca ouvi um áudio book, mas acho que já sei que prefiro ler do que ouvir.

Fernanda: Livro. Acho que seria estranho ouvir alguém lendo história pra mim. Não tenho paciência.
2. Capa dura ou capa mole? 
Mariana: Nessa eu vou ficar em cima do muro: visualmente, a capa dura é mais bonita. Mas a capa mole é melhor para ler.
Fernanda: Acho que as duas. Apesar de, na estante, a capa dura ficar mais bonita.
3. Ficção ou não ficção?
Mariana: Ficção, com certeza!

Fernanda: Ficção.
4. Fantasia ou vida real?
Mariana: Fantasia, porque sim.
Fernanda: Não me façam escolher!!!
5. Harry Potter ou Crepúsculo?
Mariana: Bom, acho que vocês já sabem a resposta, né? Harry Potter <3
Fernanda: Harry Potter. Gosto de Crepúsculo, mas né, sem comparação.
6. E-book ou livro físico?
Mariana: Livro físico. Já falei sobre isso nessa tag.
Fernanda: Livro físico é muito mais amor.
7. Comprar ou pegar emprestado?
Mariana: Comprar. Também gosto de emprestar, mas ter o meu pra matar a saudade quando eu quiser não tem preço.
Fernanda: Comprar. O consumismo é um negócio poderoso, hahaha.
8. Livro único ou série?
Mariana: Se for o que mais leio, série. Mas geralmente não escolho ler um livro "porque é série" ou "porque é único". Simpatizo com um livro e quando vejo, tem sequência... ops.
Fernanda: Não tenho preferência. Série eu me apego mais, porém os livros únicos geralmente são os mais fortes, na minha opinião. Tipo, eles acabam sendo mais impactantes uma vez que precisam passar a emoção toda em 300 páginas, apenas.
9. Livraria física ou online?
Mariana: Livraria online. Os preços são muito mais acessíveis e tem mais variedade de livros. Ah, esse post tem tudo a ver com a minha resposta.
Fernanda: Apesar de não resistir ao ver uma física e sempre dar uma olhadinha, prefiro a online para comprar.
10. Livro longo ou curto?
Mariana: Minha resposta vai ser parecida com a da questão 8. Não escolho um livro por isso, mas geralmente os que gosto tem um tamanho médio, cerca de 250-300 páginas.
Fernanda: Tanto faz. Para ler em e-book, acabo preferindo os curtos. Mas fisicamente, não me importo.
11. Drama ou ação?
Mariana: Drama e eu na mesma frase simplesmente não se encaixam. Com certeza ação.
Fernanda: Acho que tudo depende da trama do livro. Gosto de tudo, se for bem escrito.
12. Ler no seu canto ou tomando sol?
Mariana: No canto. Não consigo ler no Sol.
Fernanda: No canto, com certeza.
13. Chocolate quente, café ou chá?
Mariana: Chocolate quente.
Fernanda: Falando sério, acho que nenhum dos três.
14. Ler resenha ou decidir por si?
Mariana: Eu gosto de ler resenhas para ter uma ideia da história, narrativa, etc, mas também não sigo 100%. Gosto de muitos livros que tem resenhas negativas, e vice-versa.
Fernanda: Eu raramente leio resenhas, só quando estou em dúvida se leio um livro ou não. Às vezes também para me ajudar a escrever sobre o livro, preciso ler resenhas dele para me inspirar. Mas a maioria eu decido sozinha.

Bem, é isso. Gostaram da tag? Se parecem com a gente? Ah, você está convidado a responder essa tag também. *-*
Beijos!
*Ignorem o texto rosa, tivemos um problema, não conseguimos mudar e não queríamos deixar de postar por isso! Vamos tentar resolver logo :P

8 de abril de 2016

Projeto 8 on 8 - Por que gosto de fotografar?


Oi! Esse é o primeiro post do projeto 8 on 8 que estou participando (se ainda não sabe do que se trata, clique aqui), e o tema do mês é: "Por que gosto de fotografar?".
Eu gosto de fotografar para deixar bons momentos marcados e para mostrar às pessoas uma nova perspectiva de algo, a minha perspectiva de algo. Tem coisa melhor do que deixar registrado tudo o que mais nos agrada nesse mundo?
Além disso, alguns detalhes passam despercebidos quando olhamos. As fotos nos proporcionam isso: perceber detalhes, na maioria das vezes belos, ao nosso redor.
Enfim, acho que essas oito fotos vão responder melhor do que palavras:

Retratar as pequenas coisas da vida. <3


Perceber como a natureza é perfeita. *-*


Unir os vícios: brigadeiro e fotografia. <3  
Ficou com vontade? Vem ver essas ideias aqui!

"Palavras são, na minha nada humilde opinião, nossa inesgotável fonte de magia (...)". - Alvo Dumbledore.

Fotografar algo aleatório: por que não?

Esse olhar... <3

E essa patinha... <3

E a natureza nos surpreendendo com suas cores...

E quero dizer uma coisa: não pense que porque você não tem uma câmera profissional, não pode se divertir e tirar boas fotos. As minhas, por exemplo, são todas tiradas com o celular espero que vocês achem que são boas fotos. *-*

Ah, não se esqueçam de conferir os blogs das outras meninas: tenho certeza que você vai adorar as fotos delas! Clique no nome de cada blog para ir até ele. *-*


E aí, o que acharam do projeto? Eu estou adorando participar, e mal posso esperar para as fotos do mês que vem!
Beijos!
www.coisinhasaleatorias.blogspot.com.br

Tema Base por Butlariz . Edições feitas por Mariana Fialho. Tutoriais utilizados dos blogs ButLariz, Cherry Bomb, Elaine Gaspareto e Follow Your Dreams