22 de maio de 2017

Resenha: Brasyl

Brasyl - Ian McDonald

Oi, gente! Hoje eu trago a resenha da ficção científica escrita pelo Ian McDonald, chamada Brasyl. Foi o penúltimo recebido da Editora Arqueiro, embora tenha sido publicado pela Saída de Emergência.

Sinopse

Três personagens. Três histórias. Três brasis. Ligados através do tempo, do espaço e da realidade.
Marcelina é uma produtora de TV que sai pelas ruas do Rio em busca do sucesso que lhe trará a fama. Quando uma ideia para um programa a faz rastrear o mais infame goleiro do futebol brasileiro, ela se envolve em uma antiga conspiração que ameaça não só a sua vida, mas também a sua alma.

Edson é um empresário de celebridades tentando sair das favelas de São Paulo em um futuro não muito distante. Um encontro inesperado o faz cair no mundo perigoso da computação quântica. Agora, sem ter para onde fugir em um Brasil em que cada rosto e centavo são rastreados, ele precisa salvar a própria pele.

Padre Luis Quinn é um missionário jesuíta que vasculha as profundezas da Floresta Amazônica do século XVIII em busca de um padre renegado que tenta estabelecer um império. Mas o que ele encontra ali põe em xeque a sua fé e a própria realidade.
Como a sinopse já apresentou, os protagonistas do livro são Marcelina, Edson e o padre Luis Quinn. Eles vivem em 2006, 2032 e 1732, respectivamente. A vida de Marcelina é a mais próxima da nossa, com as tecnologias que já conhecemos e tal. O mundo de Edson é diferente: a Física Quântica foi aprofundada e, com isso, somos apresentados a uma realidade inovadora. Bom, 1732 vocês já devem imaginar.

Brasyl - Ian McDonald

O universo quântico engole Marcelina por acaso: ela está em busca de um ex-jogador de futebol da seleção brasileira para seu novo programa de TV, mas acaba se envolvendo em assuntos muito mais complexos que a realidade.

Coisas cada vez mais estranhas começam a acontecer com Edson após conhecer uma jovem que trabalha com a computação quântica, e não há saída a não ser mergulhar de fato em suas descobertas.
" - O que é aquilo? - ele abaixa a testa até encostar no vidro frio.
  -  Realidade - diz Fia. - Pontos quânticos em superposição. A luz é o resultado de fótons em flutuação no vácuo, vazando de alguns dos estados paralelos nos quais a computação está sendo feita."
Luis Quinn é encarregado de procurar um padre "perdido" pela Floresta Amazônica. Ele também constata que realidade talvez não deva ser usada no singular, se é que vocês me entendem.

Com narrações em três épocas diferentes, seremos apresentados a realidades paralelas e muita, mas muita Física. Os personagens se conectam apenas no final do livro, de uma forma sutil, mas essencial para o entendimento da trama. Pontinho positivo aí!

Apesar desse ponto que gostei, Brasyl tinha tudo pra ser bom, mas não foi. De verdade, ao ler a sinopse e algumas críticas imaginamos "n" coisas, e nenhuma delas é tão complexa quanto a história. Só que essa é a parte boa. Para mim o problema foi a construção da trama e dos personagens - desculpa, Ian McDonald, mas sua escrita não me agradou. Não consegui mergulhar nos cenários nem nada. Simplesmente lia, sabem? Sem contar as pessoas que surgiam do nada e eu ficava perdida. Não havia apresentação pra elas.

Para começar, quando uma história vai ser escrita em três épocas diferentes e trata de um tema absurdamente complexo (Física Quântica, minha gente!), o ideal é que a escrita seja o mais clara possível. Entretanto, o autor pecou ao exagerar nas descrições de cenas secundárias. Outra coisa que me incomodou bastante foram aqueles "efeitos" causados pela falta de pontuação, repetições e tal. Eu até acho interessante em alguns momentos, mas para mim, isso aconteceu demais

  Brasyl - Ian McDonald
Bem, o autor não é brasileiro, mas as informações contidas na trama se encaixam bem, especialmente na questão dos jesuítas, escravos e índios - ele deve ter pesquisado bastante para escrever! Só que, ao meu ver, ele manteve os estereótipos que os estrangeiros tem da gente - inclusive achei certas falas e descrições vulgares e desnecessárias.
"Você me preparou um teste e eu venci, pensou Luis Quinn. O Brasil só respeita o poder, mas o Poder não é nada sem controle."
Posso dizer que a história se tornou interessante depois de umas 230 páginas, e ainda assim a escrita maçante me atrapalhou na leitura. Eu fico bem mal quando percebo que a história tinha potencial pra ser incrível, mas detalhes a impedem disso. Acho que deve haver muito preparo e muita revisão quando se vai escrever sobre assuntos abstratos como a Física Quântica. Apesar disso, alguns momentos são bem interessantes pra gente refletir:
"Um dos fascínios do Amazonas, para um linguista como eu, suspeito, não para a sociedade em geral, é sua riqueza de idiomas. Compreendo que existem índios entre os tributários mais distantes que não têm palavra para a cor azul ou para nenhuma relação que não seja de filho ou de filha, nem para passado e presente. (...) Se eles não podem dizer azul, será que podem ver a cor azul?"

Brasyl - Ian McDonald

Sobre a edição, gosto bastante: tons quentes e elementos "futurísticos" na capa, contrastando com o preto e branco e apenas florestas na contracapa. No interior a fonte e o tamanho mudam de acordo com a narração. A do padre nos remete ao passado - até as páginas são manchadas e com um aspecto antigo. Para mim elas combinaram bastante com a época que representam.

Brasyl - Ian McDonald

Enfim, eu gosto de ser bem sincera com vocês, então se o livro não me agradou, é isso que vou escrever. No entanto, isso não deve impedir ninguém de ler - afinal, a melhor coisa é tirar as próprias conclusões, né? Se alguém já leu Brasyl me conta aí embaixo o que achou! *-*

Beijos! 😗😗😗

16 de maio de 2017

5 coisas que aprendi com Jogos Vorazes

5 coisas que aprendi com Jogos Vorazes

Oi! Depois de ter amado escrever o que Harry Potter me ensinou, resolvi trazes 5 coisas que aprendi com Jogos Vorazes - minha distopia favorita da vida. ❤

Alguns sacrifícios valem a pena

Sempre tive uma certa repulsa a sacrifícios. Eu achava que não eram válidos, sabem? Mas comecei a perceber que em alguns casos eles são sim. Se você visse sua irmã mais nova destinada a morrer numa arena com 23 participantes, muitos deles treinados para matar, o que faria? Pois é...

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A desigualdade é o pior problema que a sociedade enfrenta

Panem é dividida em 12 distritos mais a capital, e no livro o foco é o Distrito 12, onde a protagonista vive. Lá nós vemos miséria, fome... Ao longo da história somos apresentados aos outros distritos que, quanto mais perto da capital, tem mais recursos e uma qualidade de vida melhor. Na capital então, nem se fale... Além de ter muito, eles desperdiçam. Sério, é muito revoltante, principalmente porque sabemos que essa desigualdade não existe só na ficção.

Fico pensando: se todos conseguissem enxergar a realidade dessa forma, fariam algo para mudá-la? Dizer que sozinhos não conseguimos fazer nada não é desculpa. Pequenas ações podem gerar resultados. E Jogos Vorazes também nos mostra isso.

JAMAIS devemos "ensinar" colocando medo

Bom, é claro que estou falando dos Jogos, que foram criados com o objetivo de "alertar" a população - por conta de uma revolta no passado, todo ano 2 tributos de cada distrito são enviados a uma arena para tentar sobreviver. Todo ano 23 vidas são perdidas para "ensinar" a população. Isso muda alguma coisa? Isso não é ensinar. É colocar medo, mostrar poder... É horrível.


Devemos ser fiéis aos nossos princípios

Katniss nos mostra perfeitamente isso: não é porque uma revolução está acontecendo que ela quer matar pessoas inocentes. Afinal, elas são inocentes! Não quero dar spoiler, mas quem já leu percebe isso de forma nítida, principalmente quando se trata da relação dela com o Gale. Não importa que todo o resto esteja fazendo algo, se você acredita que é errado, não faça.

"Esperança é a única coisa mais forte que o medo"

Sim, frase do nosso odiado presidente Snow, mas é verdade. A esperança de que algo pode ser melhor é o que nos impede de ter medo. O que seria de nós sem ela?

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Vocês já tinham percebido esses tópicos que eu citei? O que vocês aprenderam com essa distopia tão incrível? Me contem, tá? ❤

Beijos! 😘😘

12 de maio de 2017

Porque Rick Riordan não escreve só para crianças

Rick Riordan não é só pra crianças

Oi, gente!

Hoje eu resolvi falar um pouquinho sobre as obras do querido tio Rick. Sou fã desde meus 11 anos, e mesmo depois de tanto tempo, é uma leitura que me faz bem. Nesses 5 anos que leio seus livros, ouço pessoas falando que é infantil demais e blablabla. Bem, depois de ter lido 23 obras do autor (nem sou viciada, imagina), acho que posso trazer alguns pontos importantes pra mostrar porque essas ideias estão erradas:

Dá pra aprender muito sobre história, especialmente mitologia.

Sabe quando você se encanta por algo do nada? Sim, isso aconteceu comigo - e nem gosto tanto assim de história. Ouso dizer que tudo o que sei sobre mitologia veio dos livros do tio Rick. Eu tinha ideias muito vagas sobre o assunto, e pra ser sincera nem tinha interesse antes de ler Percy Jackson.

Rick Riordan não é só pra crianças

Tiramos tantas lições pra vida!

Rick Riordan tem um jeito tão incrível de nos ensinar coisas importantes de forma sutil... Em momento nenhum ele diz diretamente que "você tem que respeitar o amiguinho", mas vai inserindo aos poucos essas ideias. Querendo ou não nosso cérebro capta essas mensagens. Para mim as mais importantes envolvem bom humor, amizade, respeito e, é claro, amor.

"Os defeitos mais perigosos são aqueles que, com moderação, são qualidades."
- Rick Riordan (Percy Jackson e a Maldição do Titã)

Há muita representatividade e respeito

Tem um pouco a ver com o tópico de cima, mas quero falar de forma mais específica sobre isso. Em suas obras somos apresentados a personagens homossexuais, com gênero fluido (algo que eu aprendi sobre, pois nem sabia que existia - vejam que incrível), negros (que infelizmente não costumam ter papéis importantes nas histórias), muçulmanos, deficientes auditivos... E sério, o tio Rick não fica forçando o assunto - ele insere esses personagens naturalmente na história. Afinal, é natural convivermos com homossexuais, negros ou deficientes auditivos, não é mesmo? Ao menos deveria ser assim.

Rick Riordan não é só pra crianças

Faz uns meses que li um post (esse aqui, ó) da Diovana, do blog Pinguim Tagarela, mas não o esqueci. Primeiro porque ela escreve maravilhosamente, e segundo porque ela fala sobre a representatividade no primeiro livro de Magnus Chase. Ela descreveu cada personagem, e eu recomendo demais que vocês leiam. Vocês vão compreender mais ainda o que eu quis dizer ali em cima. ❤

Leveza é a marca de suas obras

Sinceramente, eu não entendo a ideia que algumas pessoas tem de que leituras leves são só para criança - "gente grande tem que ler livro difícil". Eu fico parecendo boba rindo sozinha, mas é tão gostoso! A vida já é tão cheia de problemas... Às vezes tudo o que precisamos é mergulhar numa história fantástica e divertida.

Rick Riordan não é só pra crianças

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Eu já fiz um post exclusivo sobre o tio Rick, mas senti a necessidade de escrever esse aqui porque já ouvi demais que seus livros são infantis. Ou aquele ar de surpresa quando digo que sou fã... Enfim, espero ter conseguido mostrar que seus livros foram feitos pra todo mundo. Sem preconceito, minha gente! 💕

9 de maio de 2017

Começando do começo #ProjetoCabeloBiju

cuidados cabelos cronograma capilar

Oi, gente, tudo bem? 

Faz algumas semanas que tô nessa vibe do #ProjetoCabeloBiju, de cuidar melhor do meu cabelo e tô passando pela fase de pesquisa. Lendo tudo de tudo. Por mais óbvio que a coisa seja, eu quero entende-la realmente, saber por onde começar, quais passos seguir e como, pra ter os resultados desejados.


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Dessa forma, colhi algumas informações básicas sobre o que é o shampoo e condicionador, máscaras, óleos, etc, porque acho que conhecer eles é uma boa forma de começar.

SHAMPOO

É engraçado como a gente incorpora coisas cotidianas na nossa vida, sem ao menos entender o que ela é e como funciona. É o caso do shampoo. Eu uso isso desde bebê e nunca me interessei realmente por ele. Sempre soube o básico: shampoo limpa o cabelo. Tá, mas como? Por que? Vou tentar explicar mais ou menos.
A palavra data do século 18, mesma época em que os cabeleireiros começaram a fazer misturinhas com sabão e bicarbonato de sódio para lavar os cabelos, e a origem da palavra é hindu: significa massagear.
Ele nada mais é que um detergente pra cabelo. Ele serve pra retirar os resíduos, o óleo, a pele morta do cabelo/couro cabeludo. Serve, também, para abrir as cutículas do seu cabelo, preparando ele pro tratamento. 

CONDICIONADOR

Sei que vou parecer uma completa burra, mas condicionador pra mim era aquele que deixava o cabelo macio e ponto. Shampoo limpa, condicionador amacia. Fim da história. Mas o fato é que essas coisas todas são reações químicas e elas tem um propósito bem maior!
O condicionador é passado depois do shampoo por um motivo. O shampoo vai abrir as cutículas, como já disse, para que possa ser limpo. O condicionador é aquele que fecha. Ele cria uma camada protetora nos seus fios, selando eles, fazendo com que os nutrientes fiquem bem fechadinhos ali dentro. Claro, ele também serve para deixar o cabelo macio (justamente por selar o fio, mantendo a hidratação lá dentro), resistente, relaxado. E, acredito que vocês já saibam, não devem ser passados na raiz dos cabelos por motivos de oleosidade. Ele cria as famosas caspas no couro cabeludo, então é importante passar sempre no comprimento.
Aliás, dica importante, nunca passe o condicionador antes da máscara ou creme hidratante de tratamento. Os fios precisam estar "abertos" para receber o tratamento, aí depois você sela eles para que mantenha a hidratação!

MÁSCARA DE HIDRATAÇÃO CAPILAR

A máscara capilar é usada pra recuperar os cabelos ressecados e danificados. Claro que mesmo quem tem o cabelo super saudável pode usar, de vez em quando, mas a indicação é para aqueles cabelos que precisam melhorar. Apesar do condicionador deixar o cabelo com cara de hidratado (mesmo que temporariamente), quem realmente hidrata é a máscara. Ele trata o cabelo, agindo interna e externamente, nutre e ajuda na reconstrução da textura dos fios. 
Existem N tipos de máscaras, desde as mais comuns e leves - pra hidratar - até aquelas bem doidas, profissionais, de reparação - para reconstruir. Você precisa reconhecer as necessidades do seu cabelo pra escolher a correta.

ÓLEO VEGETAL

Os três primeiros são meio que essenciais para o cabelo, deixando ele sempre limpo e hidratado. Agora entra o produto que pode deixar tudo ainda melhor. Pra quem tá com o cabelo bem danificadinho, como o meu, é legal ter sempre essa ideia em mente: hidratar, nutrir, reconstruir.
O óleo vegetal é usado pra nutrição capilar. Eles vão levar as diferentes vitaminas que ajudam na saúde do cabelo, tipo a A, E, D e K, por exemplo. É com o óleo que você vai fazer a umectação, passar ele em todo o cabelo, mesmo na raiz (o óleo pode!) e deixar agir por uma ou duas horas. Tem pessoas que até dormem com ele na cabeça, pelo jeito, tá tudo permitido. Eles deixam os fios hidratados, alinhados, sem frizz e super encorpados.
O mais legal do óleo vegetal é que ele é super barato e são várias opções. Você pode usar óleo de coco, óleo de argan, óleo vegetal (sim, gente, o azeite da sua cozinha!), óleo de amêndoas, enfim... são muitas opções e muito baratas. Além do mais, dura muito, porque a gente passa super pouquinho por vez - e isso não pode ser feito todo dia, por exemplo.



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Bônus!

Além de tudo isso, você pode aproveitar uns produtinhos a mais pro resultado ser ainda mais satisfatório. Coisas como glicerina - pra hidratar, 5 ml junto com a máscara de hidratação, por exemplo -, bepantol - esse mesmo, que é bom pra tudo, também junto com a máscara - e queratina - não pode usar muito, a cada 30 dias, umas gotinhas na máscara e voilà. Aproveita tudo isso e só vai!

Claro que existem aqueles cuidados diários, o protetor térmico, o creme que protege de raios UV, os leave-ins da vida, enfim... esses vou deixar pra um post futuro! hehe

E é isso. Lembrando, sempre, que cada caso é um caso e você precisa conhecer o que seu cabelo precisa. Porém, cuidado nunca é demais, então manter a hidratação é essencial e, acabei de descobrir, bem fácil. Vocês tem dicas de produtinhos? Me manda, pode ser nos comentários, no direct do Instagram, no meu Snapchat (nanda.fialho), enfim, tô aceitando mesmo! Sou nova nisso, amigas. 😄

Beijos e até a próxima!

8 de maio de 2017

Indicação: Cambridge English Write and Improve

Cambridge English Write and Improve - Por Coisinhas Aleatórias

Oi, gente! Como já falei milhões de vezes aqui, tô sempre procurando ferramentas que me ajudem a estudar inglês. Esses dias surgiu um anúncio desse site pra mim, e logo fui conferir.

O Cambridge Write and Improve é um site totalmente gratuito onde você escreve textos em inglês e recebe a correção na hora. Fiquei simplesmente viciada, já escrevi diversos textos lá. Vou mostrar um pouquinho de como ele funciona pra vocês:

Ele tem temas e propostas para todos os níveis. A maioria é bem interessante. Onde indiquei na foto podemos escrever o que quisermos, mas ainda não usei essa ferramenta.

Cambridge English Write and Improve - Por Coisinhas Aleatórias

Eles tem a explicação de cada correção (é só clicar em help). O mais legal é que num erro mais simples eles te indicam o que ficaria melhor na frase. Pra mim o mais difícil é quando fica aquele rosadinho atrás - reescrevo 10 vezes e ele não sai de lá! hahah
Cambridge English Write and Improve - Por Coisinhas Aleatórias

Pra não ter desculpa, ele é todo organizado - faz a parte chata pra você! É ótimo pra quem tá tentando manter uma rotina de estudos, como eu (por enquanto tá meio bagunçado, mas a gente chega lá).

Cambridge English Write and Improve - Por Coisinhas Aleatórias

Pra finalizar, é interessante também que o site é todo em inglês, ou seja, mais treinamento pra gente! Às vezes uma palavra da proposta é desconhecida pra mim, e por isso já fico com meu caderno de anotações do lado. 👇

Cambridge English Write and Improve - Por Coisinhas Aleatórias

Enfim, faz pouquíssimo tempo que descobri o Cambridge English Write and Improve, mas senti uma melhora tão grande! Espero mesmo que seja útil pra vocês como tá sendo pra mim. ❤

Beijos! 😘

Quer mais dicas de inglês? Você pode se interessar por:

4 de maio de 2017

Resenha: Ninfeias Negras


Eu tenho um amorzinho especial por histórias que envolvem arte. Especialmente, histórias policiais. Elas ficam mais poéticas, mais metafóricas. Esse é o caso da obra de Michel Bussi, Ninfeias Negras, que traz tudo isso, além de uma narrativa sensacional do autor. O livro é da Editora Arqueiro e traz essa história envolvente que, de tão bem construída, te deixa boquiaberto.

Sinopse: Giverny é uma cidadezinha mundialmente conhecida, que atrai multidões de turistas todos os anos. Afinal, Claude Monet, um dos maiores nomes do Impressionismo, a imortalizou em seus quadros, com seus jardins, a ponte japonesa e as ninfeias no laguinho.
É nesse cenário que um respeitado médico é encontrado morto, e os investigadores encarregados do crime se veem enredados numa trama em que nada é o que parece à primeira vista. Como numa tela impressionista, as pinceladas da narrativa se confundem para, enfim, darem forma a uma história envolvente de morte e mistério em que cada personagem é um enigma à parte - principalmente as protagonistas.
Três mulheres intensas, ligadas pelo mistério. Uma menina prodígio de 11 anos que sonha ser uma grande pintora. A professora da única escola local, que deseja uma paixão verdadeira e vida nova, mas está presa num casamento sem amor. E, no centro de tudo, uma senhora idosa que observa o mundo do alto de sua janela.


Preciso começar dizendo que demorei muito pra ler esse livro. Uma coisa levou a outra e o atraso da leitura foi inevitável. Porém, o maior motivo da demora pra postar a resenha, foi que eu precisava me conectar. Esse livro pede isso pra você, ou então cê não entende nada. Eu precisei parar um tempo e simplesmente ler, sem pensar em outra coisa. Só assim eu peguei a essência da coisa e me senti presa á história.
E que história!
O livro fala sobre o assassinato que aconteceu em Giverny, na França, de Jérôme Morval - um oftalmologista garanhão e amante da arte de Monet. Através do ponto de vista do detetive e de três mulheres, nós vamos sendo amarrados à teia de aranha que Michel criou. As três mulheres não poderiam ser mais diferentes: uma delas é uma velha solitária que caminha invisível pelas ruas da cidade; a outra é a professora recatada e extremamente bonita; e a terceira é uma menina, de 11 anos, que sonha em ser pintora. A princípio eu não conseguia entender o que elas tinham a ver com o assassinato ou, até mesmo, com a história em si mas, pasmem, tudo se conecta em algum momento. Chega a ser brilhante!


Apesar de alguns momentos bem cansativos (o romance é, desculpem, um pé no saco e você só quer pular pro próximo capítulo) você passa por cima disso porque o suspense é bom demais. Você quer, a todo momento, desvendar o que aconteceu. Eu criei inúmeras teorias a cada capítulo, a cada nova descoberta, mas nada me levou ao que realmente rolou na treta toda.
Uma das coisas mais legais nesse livro é o fato dele descrever tão bem a cidade: você se sente como se estivesse lá. Como se conhecesse. E, talvez, por ser um vilarejo pacato, o suspense se torne ainda maior. Qualquer um pode ter cometido o crime. E parece que o detetive não vai conseguir chegar a um culpado. Então ele e seu assistente começam a conectar as coisas, baseando-se em uma única pista - para desvendar o que quer que tenha acontecido com Jérôme Morval.


Julgar o livro pela capa cai muito bem nesse caso. A beleza de fora mostra todo o suspense que vem na história. Ele é todo preto, com uma ninfeia (não diga!) desenhada na capa. A fonte do título é bastante agradável e simples e possui verniz localizado, que eu sou apaixonada. Um desenho de água também completa a parte da frente, acredito que pra ilustrar o local onde o morto foi encontrado. Nem preciso dizer que o preto não foi escolhido por acaso, né? Além de ser a cor da morte e do luto - e do sofrimento e melancolia e solidão - ele também confere um ar de mistério, de suspense, o que tem tudo a ver com a história em si.
Ninfeias Negras tem 352 páginas, amareladas e com a fonte bem tranquila pra leitura - nem muito pequena ou muito grande. E ele foi publicado no Brasil pela Editora Arqueiro.


Se for classificar a história pelo mistério, são 5 estrelas. Pelo romance, 4 hehe. Mas como um todo, ele merece 5, por ser muito bem construído e um dos melhores suspenses dos que li ultimamente.


É isso. Recomendo muito a leitura de Ninfeias Negras! Se alguém já leu, me conta o que achou nos comentários. Beijo e até a próxima.

;*


1 de maio de 2017

Achadinhos da estação: Um rolê virtual nas fast fashions

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Ah, a moda! Essa coisa linda que nos faz tão feliz... nesse ano de 2017 tem de tudo. Desde o resgate aos anos 90, com a meia arrastão, passando por novidades, tipo o veludo até retomar tendências de anos anteriores, tipo tricô e oxford. De toda forma, agrada a todos os gostos, bolsos, idades e temperaturas. Enquanto eu fazia esse post, só consegui atiçar mais ainda meu consumismo: uma coisa mais linda que a outra! É difícil fingir que não tem cartão de crédito e ignorar. Daqui um tempo, farei que nem Becky Bloom e congelarei o meu pra não correr riscos, haha. E, convenhamos, né? Comprar é uma arte!


E é por isso que as fast fashions nos fazem tão feliz! Mesmo quando os preços são mais altos, com um esforcinho, a gente consegue. Dessa vez, novamente, trouxe lojas queridinhas - as que eu sei que são boas porque já comprei nelas. Então, se joga nas tendências e vem comigo!

Selecionei aqueles #TemQueTer mesmo, os básicos que vão deixar qualquer look maravilhoso: o rosinha pastel, o veludo molhado, o tricô, o moletom chique, a bota branca maravilhosa, a meia arrastão... e, talvez até, tudo isso junto (pq não?). E o melhor de tudo, o preço tá muito bom.

achadinhos fast fashion look
achadinhos fast fashion look

1. Saia de moletom - Renner
2. Calça sarja rosa - Renner
3. Blusa de moletom cropped - C&A
4. Oxford básico nude - Passarela
5. Oxford branco tratorado - Passarela
6. Moletom chique de folhinhas - Renner
7. Blazer de veludo - C&A
8. Meia arrastão - Renner
9. Bota branca Via Marte (lançamento!) - Zattini
10. Quimono de tricô - C&A

Agora é só montar os looks, hehe (e parcelar tudo no cartão pq a gente ainda não pode ostentar a vista!). Espero mesmo que tenham gostado, eu adoro posts assim e pretendo fazer mais!

Me contem o que acharem aqui nos comentários. Um beijo e até a próxima!
www.coisinhasaleatorias.blogspot.com.br

Tema Base por Butlariz . Edições feitas por Mariana Fialho. Tutoriais utilizados dos blogs ButLariz, Cherry Bomb, Elaine Gaspareto e Follow Your Dreams