Para esse mês, no I Dare You, escolhi ler um livro que tinha abandonado, o A mais pura verdade, do Dan Gemeinhart. Esse livro eu ganhei de cortesia da Editora Novo Conceito e fiquei muito feliz por ter ganhado, porém, nunca consegui finalizar a leitura.
Peguei a sinopse dele para vocês entenderem melhor.

Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha.

Mas, em certo sentido um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças.

Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.

Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier.Nem que seja a última coisa que ele faça. 
A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.

Já da pra entender que a pegada do livro é bem sentimental, né? E ele realmente faz com que você se emocione, chore, sinta raiva da vida, mas ao mesmo tempo, sinta uma certa empatia com o Mark.



A História...

Mark está doente. Uma doença muito, muito ruim. E claro que, como era de se esperar de alguém que tem uma doença muito ruim, ele está rebelde e questionando as coisas. Por isso ele foge, como diz a sinopse, porque quer fazer algo com a sua vida. Algo que, para ele, seja útil. O que é escalar o Monte Rainier. Jessie, sua melhor amiga, fica num dilema e não sabe o que fazer acerca do que está acontecendo ao seu redor.

Esse era o tipo de amizade que tinham. Ela sentia a dor dele.

Ela e Mark são melhores amigos de infância, daqueles que conversam em códigos. No caso, eles conversam por haicais muito significativos. Enfim, a história então narra a fuga de Mark e, ao mesmo tempo, mostra a sua família e a angustia de não saberem onde ele está e o que pode estar acontecendo com ele. É uma trajetória tensa, mas ao mesmo tempo mostra os detalhes que fazem a vida feliz. E também faz você querer ter um cachorro como o Beau. Aliás, o Beau! Melhor personagem do livro, leal como todo cachorro.

Mesmo a muitos quilômetros de distância, um amigo ainda pode segurar sua mão e estar ao seu lado.

A decisão de Mark, na verdade, se baseia em uma coisa significativa para ele. Seu avô era alpinista e apresentou a ele esse mundo e o Monte. O sonho dele era escalar essa montanha e, com as recentes descobertas, decidiu que aquele era o momento.

Essa é uma coisa que não entendo: por que alguém queria me impedir. Tudo o que eu queria era morrer. Essa é a mais pura verdade.

Informações técnicas


Eu acho a capa dele um amorzinho, desde as cores, até a fonte e as figuras. Tem bem a ver com a história, acredito eu.


É da Editora Novo Conceito - que desde sempre tem capas lindas, vamos combinar. A parte de dentro do livro também não deixa a desejar, desde a escolha da fonte até a divisão dos capítulos. As páginas são amareladas e o texto é justificado.


Escrito em primeira pessoa nas partes do Mark (os capítulos "inteiros") e em terceira pessoa nas partes da Jessie (os capítulos "e meio"). Tem 221 páginas e foi lançado ano passado.



Minha opinião

Eu gostei muito do livro, dei 5 estrelas. Acho que por ele ser leve, leitura rápida e gostosa. Me emocionei em muitas partes dele, até porque não tem como. Mark, na minha opinião, é bastante egoísta, mas é compreensível, mesmo que machuque quem ele ama. Digo, ele tomou muitas decisões sem pensar em seus pais, ou na Jessie ou no Beau. Ele quis que eles fizessem algo por ele sem perguntar se eles queriam ou podiam. Jessie passa o livro todo num dilema horrível e angustiante. Beau passa por situações muito ruins - que poderiam levar a um acontecimento muito ruim - por ser leal ao seu amigo. Porém, como disse, é compreensível. Ele está doente e rebelde e assustado. Diversos momentos eu só queria abraçá-lo e levá-lo para casa. Em outros, eu senti muita raiva dele, hehe. Como um todo, o livro é bem escrito, tem um fim muito legal e não é previsível, pelo menos não foi para mim. Ele mostra coisas importantes da vida, como a amizade e o medo e coisas que achamos importantes e que, nem sempre, são. Vale a pena a leitura.

Morrer e viver. É tudo uma bagunça. Essa é a mais pura verdade. Aquilo me deixava irritado. Um tipo de irritação triste.

Bom gente, e é isso. No último dia eu consegui postar a resenha e tô muito feliz por isso! Espero que gostem e, se já leram esse livro, comentem aqui o que acharam.

Beijos e até segunda. ;*

O mundo inteiro é uma tempestade, eu acho, e todos nós nos perdemos em algum momento. Vamos atrás de montanhas no meio das nuvens para que tudo pareça valer a pena, como se isso tivesse algum significado. E, as vezes, nós as encontramos. E seguimos em frente.


Eu já queria a muito tempo poder fazer uma troca com um blog e aí surgiu a ideia lá no melhor grupo da internet. Falei com a Mari e ela aceitou trocar comigo. Então surgiu a escolha do tema. Vamos falar de livros em comum? Vamos! Por incrível que pareça, não tínhamos nenhum em comum. Isso é possível? Então vamos falar de séries. Ok, não assisti quase nenhuma série na vida, mas pode dar certo. Ela pergunta, "você já assistiu Revenge?" e eu fiquei tipo... de boca aberta. Como entre milhares de livros lidos não tivemos nenhum em comum, uma paixão que obviamente temos as duas, e entre tantas séries ela falou Revenge. Logo Revenge. A única série que finalizei na vida. A minha série preferida. Então, vamos falar de Revenge.











Eu já queria começar soltando vários gritos do tipo VOCÊS TEM QUE ASSISTIR, ESSA SÉRIE É MARAVILHOSA, VOCÊ VAI FICAR VICIADO RAPIDINHO, AI MEU DEUS ASSISTE AGORA. De certa forma, comecei como queria e estou um tanto satisfeita por isso, agora posso falar que nem uma pessoa normal.

Em Revenge vamos conhecer muitos riquinhos que moram nos Hamptons, área mais que nobre de New York. Se você pesquisar essa localização no Google ele vai falar que é o cenário principal da série. Até o Google sabe dar dica de série boa gente. Todo mundo sabe que gente rica briga por baixo dos panos, e lá não é diferente. A Rainha Topster é Victoria Grayson, que apesar de má, me fez gostar muito dela. É fora do sério a atuação dessa mulher. Os Grayson são a família mais rica e mais popular de todas. Dão todos os eventos, são os mais conhecidos e claro, odiados. 

Tudo vai bem até a chegada de uma pessoa, quem chamamos de Emily Thorne, a personagem mais incrível de todas. Ela é a nossa vingativa. Ela que vai se envolver com tudo e transformar a vida de todos num inferno. É o que ela quer, vingança. E é incrível o quanto ela consegue fazer sem ser descoberta, sendo apenas mais uma riquinha do Hamptons. E logo no começo você descobre quem ela é de verdade e o porque de todas as suas ações magistralmente calculadas.

Eu só tenho um aviso pra você que está pensando em assistir: não pense que não vai se surpreender, porque a cada episódio você vai ter um mini ataque do coração com as revelações que há em todos eles. E com o quanto tudo vai fazendo sentindo e te deixando mais louco a cada cena.

Então pare de pensar em assistir e ASSISTE LOGO! Porque essa é a melhor vingança de todas. E claro, passa lá no blog pra ler o que a Mari escreveu sobre Revenge.