11 de junho de 2017

Inspiração: blusão goxtoso de inverno

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Eu sei que o inverno ainda não chegou, maaas, desde que começou o outono o tempo tem estado muito gostosinho. E o que isso faz comigo? Me ilude. Aí eu saio igual louca atrás de inspirações de looks, tendências e lojas boas (lê-se com preço bom) para começar minhas compras de frio. Maluca? Sim. Mas não vou mentir, eu adoro!

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Uma das coisas mais lindas pra mim, do frio, é poder estar super confortável. Moletom, botinhas, touquinha... tudo isso pra esconder aquela meia super puída (porém maravilhosa), o pijama por baixo de todas as roupas e o cabelo sujo! Ninguém se importa se você tá bonito ou não, contanto que esteja quente.
Porém, a moda (ah, a moda!), essa coisa linda e maravilhosa que só nos beneficia, consegue unir o útil ao agradável: roupas confortáveis, soltinhas e lindas.
A inspiração de hoje são aquelas blusas, grandes, gostosas, que quase esconde a gente dentro delas de tanto conforto. Separei algumas lojas que vendem pra gente já ir juntando a graninha e se jogar nas compras de inverno.

Vamos lá?


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1. Blusa de tricot, Renner
2. Moletom basicão, Renner
4. Moletom London, Renner
6. Blusão de tricot, Youcom
7. Moletom Witchcraft, Renner

Vocês devem ter visto que a maioria está esgotado, mas eles sempre repõem, então fiquem de olho. E, ah, não é um post patrocinado pela Renner, eu só sou apaixonada pela loja mesmo haha. 

Foram poucas, porém, básicas para usar no dia a dia. Por mim comprava todas (já comecei com uma delas, quando chegar eu mostro no Stories, segue a gente lá @coisinhasaleatorias) porque são simples, quentinhas e cheias de amor. Vocês também curtem blusões assim? Me contem nos comentários, vamos trocar inspirações kkk ;*

Beijos e até mais!

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31 de maio de 2017

4 canais para quem ama viajar

4 canais para quem ama viajar

Oi, gente! Tudo bem?

Eu morro de vontade de viajar por aí, e é claro que tenho muitas inspirações. Por isso, trouxe algumas pra vocês conhecerem. *-*

DamonAndJo

Eu descobri os dois no canal da Cyntia Sabino (já falei dela aqui), e me apaixonei pelo canal! Eles são super divertidos e maravilhosos - viajam por todo o mundo e falam diversas línguas. Inclusive, tem vídeos em inglês, português, francês, espanhol e italiano. Ah sim, o Damon é americano, já a Jo nasceu no Brasil mas se mudou para os EUA com 5 anos. Por isso essa mistura de culturas no canal deles é tão incrível!



Esses tempos eu falei deles pra Fer e adivinhem: ela também viciou! Sério, gente, vale muito a pena se inscrever no canal dos dois.


Ah, e como um bônus, eles também tem o blog - Shut Up and Go -, onde descrevem melhor os acontecimentos das viagens e postam fotos. Também passo bastante tempo por lá. ❤

Cabide Colorido

Conheci o Cabide Colorido há pouquíssimo tempo, mas gostei tanto que logo pensei em indicar pra vocês. *-*

A Michelle foi Au Pair nos Estados Unidos e compartilha suas experiências no canal. Ela tem bastante vídeo sobre intercâmbio e viagens. Descobri que tem muita coisa linda nos EUA - não é só pra fazer compras! hehe Também gostei de ver umas viagens aqui no Brasil, já que as pessoas geralmente gravam no exterior não que isso seja ruim, mas enfim.


Pra quem quer dicas e informações sobre viagens, intercâmbios e até mesmo morar fora, o Cabide Colorido é o melhor lugar. ❤


Danielle Noce

Eu sei que vivo falando da Dani aqui no blog, mas é inevitável, hahah. Além da questão das receitas (clica aqui, ó), as viagens que ela faz são incríveis! Gosto muito do modo como ela traz a cultura do lugar que ela tá visitando, além da edição m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a dos vídeos. ❤




Vitor Liberato

Apesar de não seguir tanto quanto os outros três, gosto muito do canal do Vitor - ele traz vídeos das suas viagens, algumas até radicais (fica a dica pra quem gosta dessas coisas). Também adoro a edição dos vídeos dele. Ah, ele tem uma playlist com vídeos só do Brasil, vale a pena conferir.



É isso, gente. Vocês tem outros canais de viagem pra me indicar? Tô sempre querendo seguir mais gente. ❤

22 de maio de 2017

Resenha: Brasyl

Brasyl - Ian McDonald

Oi, gente! Hoje eu trago a resenha da ficção científica escrita pelo Ian McDonald, chamada Brasyl. Foi o penúltimo recebido da Editora Arqueiro, embora tenha sido publicado pela Saída de Emergência.

Sinopse

Três personagens. Três histórias. Três brasis. Ligados através do tempo, do espaço e da realidade.
Marcelina é uma produtora de TV que sai pelas ruas do Rio em busca do sucesso que lhe trará a fama. Quando uma ideia para um programa a faz rastrear o mais infame goleiro do futebol brasileiro, ela se envolve em uma antiga conspiração que ameaça não só a sua vida, mas também a sua alma.

Edson é um empresário de celebridades tentando sair das favelas de São Paulo em um futuro não muito distante. Um encontro inesperado o faz cair no mundo perigoso da computação quântica. Agora, sem ter para onde fugir em um Brasil em que cada rosto e centavo são rastreados, ele precisa salvar a própria pele.

Padre Luis Quinn é um missionário jesuíta que vasculha as profundezas da Floresta Amazônica do século XVIII em busca de um padre renegado que tenta estabelecer um império. Mas o que ele encontra ali põe em xeque a sua fé e a própria realidade.
Como a sinopse já apresentou, os protagonistas do livro são Marcelina, Edson e o padre Luis Quinn. Eles vivem em 2006, 2032 e 1732, respectivamente. A vida de Marcelina é a mais próxima da nossa, com as tecnologias que já conhecemos e tal. O mundo de Edson é diferente: a Física Quântica foi aprofundada e, com isso, somos apresentados a uma realidade inovadora. Bom, 1732 vocês já devem imaginar.

Brasyl - Ian McDonald

O universo quântico engole Marcelina por acaso: ela está em busca de um ex-jogador de futebol da seleção brasileira para seu novo programa de TV, mas acaba se envolvendo em assuntos muito mais complexos que a realidade.

Coisas cada vez mais estranhas começam a acontecer com Edson após conhecer uma jovem que trabalha com a computação quântica, e não há saída a não ser mergulhar de fato em suas descobertas.
" - O que é aquilo? - ele abaixa a testa até encostar no vidro frio.
  -  Realidade - diz Fia. - Pontos quânticos em superposição. A luz é o resultado de fótons em flutuação no vácuo, vazando de alguns dos estados paralelos nos quais a computação está sendo feita."
Luis Quinn é encarregado de procurar um padre "perdido" pela Floresta Amazônica. Ele também constata que realidade talvez não deva ser usada no singular, se é que vocês me entendem.

Com narrações em três épocas diferentes, seremos apresentados a realidades paralelas e muita, mas muita Física. Os personagens se conectam apenas no final do livro, de uma forma sutil, mas essencial para o entendimento da trama. Pontinho positivo aí!

Apesar desse ponto que gostei, Brasyl tinha tudo pra ser bom, mas não foi. De verdade, ao ler a sinopse e algumas críticas imaginamos "n" coisas, e nenhuma delas é tão complexa quanto a história. Só que essa é a parte boa. Para mim o problema foi a construção da trama e dos personagens - desculpa, Ian McDonald, mas sua escrita não me agradou. Não consegui mergulhar nos cenários nem nada. Simplesmente lia, sabem? Sem contar as pessoas que surgiam do nada e eu ficava perdida. Não havia apresentação pra elas.

Para começar, quando uma história vai ser escrita em três épocas diferentes e trata de um tema absurdamente complexo (Física Quântica, minha gente!), o ideal é que a escrita seja o mais clara possível. Entretanto, o autor pecou ao exagerar nas descrições de cenas secundárias. Outra coisa que me incomodou bastante foram aqueles "efeitos" causados pela falta de pontuação, repetições e tal. Eu até acho interessante em alguns momentos, mas para mim, isso aconteceu demais

  Brasyl - Ian McDonald
Bem, o autor não é brasileiro, mas as informações contidas na trama se encaixam bem, especialmente na questão dos jesuítas, escravos e índios - ele deve ter pesquisado bastante para escrever! Só que, ao meu ver, ele manteve os estereótipos que os estrangeiros tem da gente - inclusive achei certas falas e descrições vulgares e desnecessárias.
"Você me preparou um teste e eu venci, pensou Luis Quinn. O Brasil só respeita o poder, mas o Poder não é nada sem controle."
Posso dizer que a história se tornou interessante depois de umas 230 páginas, e ainda assim a escrita maçante me atrapalhou na leitura. Eu fico bem mal quando percebo que a história tinha potencial pra ser incrível, mas detalhes a impedem disso. Acho que deve haver muito preparo e muita revisão quando se vai escrever sobre assuntos abstratos como a Física Quântica. Apesar disso, alguns momentos são bem interessantes pra gente refletir:
"Um dos fascínios do Amazonas, para um linguista como eu, suspeito, não para a sociedade em geral, é sua riqueza de idiomas. Compreendo que existem índios entre os tributários mais distantes que não têm palavra para a cor azul ou para nenhuma relação que não seja de filho ou de filha, nem para passado e presente. (...) Se eles não podem dizer azul, será que podem ver a cor azul?"

Brasyl - Ian McDonald

Sobre a edição, gosto bastante: tons quentes e elementos "futurísticos" na capa, contrastando com o preto e branco e apenas florestas na contracapa. No interior a fonte e o tamanho mudam de acordo com a narração. A do padre nos remete ao passado - até as páginas são manchadas e com um aspecto antigo. Para mim elas combinaram bastante com a época que representam.

Brasyl - Ian McDonald

Enfim, eu gosto de ser bem sincera com vocês, então se o livro não me agradou, é isso que vou escrever. No entanto, isso não deve impedir ninguém de ler - afinal, a melhor coisa é tirar as próprias conclusões, né? Se alguém já leu Brasyl me conta aí embaixo o que achou! *-*

Beijos! 😗😗😗
www.coisinhasaleatorias.blogspot.com.br

Tema Base por Butlariz . Edições feitas por Mariana Fialho. Tutoriais utilizados dos blogs ButLariz, Cherry Bomb, Elaine Gaspareto e Follow Your Dreams