Freebie: Agenda 2016 pt. 2

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016 Nenhum comentário
Oi gente! Como prometido, cá estamos com a continuação da nossa agenda 2016. A primeira parte foi postada aqui e, como dissemos, se vocês quisessem postaríamos o resto. Os últimos meses da agenda eram para ser postados no aniversário do blog, mas tivemos alguns probleminhas técnicos e tivemos que adiar um tantinho. Mas, olha, nem demorou tanto, né?
As instruções estão na primeira postagem sobre isso, mas não tem erro. Só clicar no link, baixar (e extrair o arquivo!) e usar da forma que achar melhor.

Página de Anotações do mês de Agosto

A última página de Outubro + metas para Novembro


Bom, gente, é isso. Esperamos muuuuito que vocês gostem e que essa agenda seja muito útil para vocês. Lembrando que fizemos isso por puro hobby e por querer presentear os leitores com alguma coisa - qualquer coisa - feita por nós mesmas. Achamos que a melhor forma de retribuir o carinho de vocês é por parte dos freebies e prometemos nos esforçar ao máximo para trazer sempre algo melhor. 
Aproveitem e não deixem de comentar o que acharam, ok?!
Beijos e até sexta. *-*

Fragmentados #IDY2016

domingo, 7 de fevereiro de 2016 2 comentários

Oi, gente! Hoje vou falar um pouco sobre o livro incrível chamado Fragmentados, do autor Neal Shusterman, para vocês. Escolhi esse para o tema "da TBR" do desafio I Dare You de fevereiro, já que ele estava na minha estante desde dezembro (como é que não li antes???). 
Bem, a sinopse é essa aqui:
 Em uma sociedade em que os jovens rejeitados são destinados a terem seus corpos reduzidos a pedaços, três fugitivos lutam contra o sistema que os fragmentaria .
 Unidos pelo acaso e pelo desespero, esses improváveis companheiros fazem uma alucinante viagem pelo país, conscientes de que suas vidas estão em jogo. Se conseguirem sobreviver até completarem 18 anos, estarão salvos. No entanto, quando cada parte de seus corpos desde as mãos até o coração é caçada por um mundo ensandecido, 18 anos parece muito, muito longe.
 O vencedor do Boston Globe-Horn Book Award, Neal Shusterman, desafia as ideias dos leitores sobre a vida: não apenas sobre onde ela começa e termina, mas sobre o que realmente significa estar vivo.

A história...
Apesar de a sinopse já falar as informações essenciais, acho que posso falar um pouquinho mais sem dar spoiler. Vamos lá:
A trama se passa num local após a Segunda Guerra Civil, onde o "tema" estava relacionado ao aborto. Havia dois partidos: o "Pró-Vida" e o "Pró-Escolha". Acho que, dito o tema e os partidos, vocês tiram as conclusões sozinhos, né? Enfim, para satisfazer os dois lados, foi criada a "Lei da Vida" (um nome absurdamente irônico, mas...).
"(...) A escolha de eliminar sem encerrar a vida satisfez as necessidades de ambos os lados. A Lei da Vida foi assinada, o Acordo da Fragmentação entrou em vigor e a guerra acabou. Todos estavam tão felizes em acabar com a guerra que ninguém se importou com as consequências."
A lei declarou que, desde o momento da concepção até os 13 anos, a criança não poderia ser tocada. Dos 13 aos 18, os pais teriam a opção de "abortar" seus filhos, no sistema de fragmentação (que é completamente sigiloso). Mas, não se espantem, pessoal! Segundo a lei, o jovem não estará exatamente morto, pois viverá, mesmo dividido, em diversas pessoas. Olha que bonzinhos?  Acho que o meu conceito de vida é bem diferente do deles...
" - Não - responde Hayden. - Todo mundo conhece o resultado, mas ninguém sabe como funciona a fragmentação. Eu quero saber como acontece. É na mesma hora? Ou te fazem esperar? Eles te tratam com gentileza? Ou com frieza?" 
"O que era pior, Risa frequentemente se perguntava: ter dezenas de milhares de bebês que ninguém queria ou silenciosamente fazê-los desaparecer antes mesmo que nascessem? Em dias diferentes, ela se dava respostas diferentes." 
" - Se não houvesse fragmentação, haveria menos cirurgiões e mais médicos. Se não houvesse fragmentação, eles voltariam a tentar curar as doenças em vez de só substituir órgãos ruins pelos de outras pessoas."  
Como foi dito na sinopse, três jovens (Connor, Risa e Lev), unidos pelo acaso, acabarão lutando, mesmo que de formas diferentes, contra essa sociedade absurda que fragmenta jovens apenas porque eles não são úteis ou são rebeldes. 
Connor é o "esquentadinho", rebelde e vive causando confusões. Risa morava na Casa Estatal, mas como não foi adotada, o Governo, com problemas financeiros, mandou-a para a fragmentação, junto com muitos outros jovens. Lev é um dízimo. Desde que nasceu foi criado sabendo que era uma "oferta" para Deus, uma alma superior. Ele aceita seu destino muito bem até que tudo começa a mudar.
Os três devem/querem viver escondidos até os dezoito anos, já que a partir dessa idade não podem mais ser fragmentados. E os obstáculos definitivamente não são poucos. Mas só lendo para descobrir. 
" - Quem disse que não veem? O caso é que a fragmentação faz a escravidão parecer uma coisa boa. É sempre: de dois males, o menor."

Informações técnicas...
Geralmente gosto das capas da Editora Novo Conceito, e é claro que com essa não seria diferente: acho essa capa simplesmente linda! As fontes combinam com o contexto. E aquela digital, com a mão na capa... São maravilhosas!

Foto autoral.
Foto autoral.

Foto autoral.

A diagramação é simples, agradável para ler. Letras num tamanho médio, e as folhas amareladas. Tudo me proporcionou uma ótima leitura.

Foto autoral.


Foto autoral.

Possui 320 páginas, com 69 capítulos. 
Informação que acho bem legal de dar para vocês: ele é escrito em terceira pessoa, mas os capítulos são divididos nos pontos de vista dos protagonistas e, de vez em quando, de uma pessoa menos importante na história. Para mim isso foi bem interessante. 
E no início de cada parte, há alguma citação, do livro, ou da realidade. Como essa: 
Foto autoral.

Minha opinião...
Não sei se isso acontece com vocês, mas comigo, várias vezes: saber que vai gostar do livro antes de ler. Foi assim com Fragmentados, e eu fico muito feliz em dizer que não estava errada. Aliás, gostar é pouco. Eu amei essa história, esse livro, esse autor...
Ele escreveu de um modo tão fluido que quando percebi, tinha lido 40, 50, 100 páginas. Em algumas horas.
Construiu a sociedade tão bem que eu parava de ler por alguns segundos para me acalmar. Ah, um aviso: esse livro vai te revoltar. Muito. Quer um exemplo? A Lei da Cegonha: nela, as mães que não desejam seus bebês podem deixá-los na porta de alguém. Se elas não forem pegas no ato, a pessoa que recebeu o bebê é obrigada a ficar com ele. Quem recebeu!!! 
"Enquanto segue apressada pela rua, pensa em como é maravilhoso que ela possa ter uma segunda chance. Como é maravilhoso poder descartar tão facilmente sua responsabilidade."
Esse livro nos revela tantas coisas chocantes! Pessoas podem parecer o oposto do que são verdadeiramente. O que você menos espera que aconteça, acontece. 
O fim foi tão bem feito que me fez gostar ainda mais do livro. Não foi aquele "felizes para sempre". Depois de tantos acontecimentos, é claro que ficariam cicatrizes. E o autor nos deixou isso bem claro.
Um livro distópico que não é clichê, com suspense, aventura, e um toque assustador (quem não se assusta com um governo que fragmenta jovens?). Vale muito a pena!

Para finalizar, vou deixar o link do booktrailer do Fragmentados (esse aqui). Ele tem 6 minutos, que passam absurdamente rápido. Mostra o processo de fragmentação. Mas fiquem calmos porque não tem nada explícito. 
E, vocês se lembram que falei que descobri Fragmentados no canal A Culpa é Dos Livros, nesse post? Então, ela finalizou o vídeo com essa frase: "Faça um favor a si mesmo e leia isso, porque é incrível." 
Só posso dizer que as palavras dela traduzem o que quero dizer para vocês. Leiam!

Observação: não sei se vocês perceberam, mas a segunda parte da agenda era pra ter sido disponibilizada na sexta. Tivemos um imprevisto, mas já estamos resolvendo. Terça ela estará aqui no blog, pra quem quiser baixar! 
Beijos, e até terça. *-*

Mix de estampas: por que não?

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016 2 comentários


Oi gente, tudo bem?
Hoje eu vou fazer uma desabafo: eu nunca soube misturar estampas. Na verdade, nunca achei que fosse conseguir fazer isso. Parece complexo, né? E o medo de ficar estilo Agostinho Carrara! Não. Jamais ousei criar nada do tipo nos meus looks. 
Esses dias tava pensando nisso. E resolvi pesquisar um pouco sobre isso. Descobri coisas incríveis. Como não fiz isso antes? O máximo que me passava pela cabeça era: parte de cima estampada/parte de baixo lisa; parte de cima lisa/parte de baixo estampada. Ou então, ambos lisos. Mas nunca NUNCA misturei nada. Como a gente é besta quando é leigo, né?
Ainda bem que existe a internet.
Enfim, como eu tava dizendo, fiz uma pesquisa e achei coisas muito interessantes. Resolvi anotar tudo pra quando eu decidisse provar que eu também posso.
Bora começar com as dicas que eu peguei? haha

1. Preto e branco
A primeira de todas - e acho que a mais fácil - é combinar preto e branco. Acho que são cores coringas e bem neutras, então a mistura se torna agradável aos olhos, quando feita por alguém que não entende de moda - como eu. Aqui vão umas inspirações.


2. Listras
Outra opção pra quem tem medo de errar, é usar listras. Quem não gosta de listras? Elas são ótimas, combinam com qualquer cor e qualquer ocasião. Pelo menos pra mim, claro.



3. Cores ou tons parecidos
Uma coisa que eu gostei muuuuito quando vi foram as estampas que, embora diferentes, possuíam o mesmo tom de cor ou cores parecidas. Fica realmente lindo e não vejo a hora de tentar algo assim.



4. Ouse!
Agora, esse é o último estágio pra mim. A hora de ousar, de se jogar no guarda roupa e sair com estampas super diferentes e maravilhosas! Ficam lindas.



Com essas dicas acho que já tenho uma ideia do que posso fazer. Vou me desafiar. Esse ano eu vou mixar algumas estampas, seja do jeito que for, seguindo uma ou todas as dicas que coloquei aqui. É uma meta para 2016. Eu sei que vai ser libertador, transformador e muito divertido.
Se alguém tiver uma dica, uma ideia ou apenas tenha ousado na hora de se vestir, me manda, quero muito saber!
Beijos e até sexta. ;)
 
Desenvolvido por Michelly Melo.