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21 de julho de 2017

Resenha: A Joia

Resenha-Livro-A-Joia-Amy-Ewing-Série-A-Cidade-Solitária

Oi, gente! Hoje vou falar um pouco sobre A Joia, um livro que estava na minha biblioteca do Kindle há um tempão, mas eu não havia tido oportunidade de ler.

Mas antes, a sinopse:
Joias significam riqueza, são sinônimo de encanto. A Joia é a própria realeza. Para garotas como Violet, no entanto, a Joia quer dizer uma vida de servidão. Violet nasceu e cresceu no Pântano, um dos cinco círculos da Cidade Solitária. Por ser fértil, Violet é especial, tendo sido separada de sua família ainda criança para ser treinada durante anos a fim de servir aos membros da realeza. Agora, aos dezesseis anos, ela finalmente partirá para a Joia, onde iniciará sua vida como substituta. Mas, aos poucos, Violet descobrirá a crueldade por trás de toda a beleza reluzente - e terá que lutar por sua própria sobrevivência. Quando uma improvável amizade oferece a Violet uma saída que ela jamais achou ser possível, ela irá se agarrar à esperança de uma vida melhor. Mas uma linda e intensa paixão pode colocar tudo em risco! Em seu livro de estreia, Amy Ewing cria uma rede de intrigas e reviravoltas na qual os ricos e poderosos estão mais envolvidos do que se possa imaginar, e onde o desejo por saber o destino de Violet manterá o leitor envolvido até a última página.

Fico surpresa em pensar que esse é o livro de estreia da autora, pois ela escreve realmente bem! A Joia é daqueles livros que merecem reconhecimento - para mim, se enquadra no mesmo "nível" de A Seleção, A Rainha Vermelha... Inclusive, se você gosta desse estilo, vai sem medo! 

A autora foi muito inteligente ao construir essa sociedade doente. Embora a sinopse já tenha contado um pouco, tem umas coisinhas que quero explicar pra vocês. O Pântano é como se fosse a última casta do local. A Joia é a realeza. O que eles teriam a ver um com o outro? Bem, os nobres querem os filhos mais perfeitos do mundo, por questões de status e ascendência social, mas não tem a capacidade de fazê-los. Algumas jovens meninas do Pântano nascem com habilidades, eu diria até poderes, especiais. Podem gerar a criança que a realeza precisa. Por isso, foi criado o Leilão. Nele as meninas não tem mais identidade, são apenas lotes, disputados pelos mais ricos do local.

Violet é comprada, e percebe que não tem mais volta. Ela sabe que não verá mais sua família. Será um objeto, descartado depois que não tiver mais utilidade. Entretanto, ter uma substituta, o bichinho de estimação das duquesas e condessas, é a coisa mais normal do mundo para aquela sociedade. E as jovens não podem reclamar, afinal, as "donas" foram legais ao tirá-las da pobreza de onde vieram. Os valores são todos invertidos e isso é muito revoltante!
"- Por que olha para mim desse jeito? Como se eu fosse a vilã. Por que não agradece por tudo que estou dando a você? Roupas finas, a melhor comida, um violoncelo novo, joias, bailes... Estou tentando cuidar de você. Estou tentando fazer você feliz.
 - Roubou meu corpo e minha vida, e espera que eu agradeça? - Preciso me acalmar, mas é difícil. Estou com muita raiva."
O livro é narrado em primeira pessoa, pela protagonista. Dessa forma, vemos tudo aos olhos dela, o que torna a história mais real e mais próxima da gente, apesar de tudo. Violet tem a minha idade! Eu só conseguia pensar nisso quando via as situações que ela tinha que passar. Os sonhos, as perspectivas para o futuro, tudo isso foi tirado dela aos 12 anos. Tudo o que eu queria ao ler era ver aquela sociedade destruída.

Resenha-Livro-A-Joia-Amy-Ewing-Série-A-Cidade-Solitária


Sobre o romance, não é aquele tipo que me agrada (é quase um amor a primeira vista), mas nesse caso é até aceitável. Afinal, a pobre moça estava sozinha, sendo tratada como parte dos móveis. E encontrou alguém que entendia o que ela estava passando. 
[os olhos dele] "olham para mim de um modo como nunca fui observada desde que comecei a minha vida na Joia, como se eu fosse uma garota, uma pessoa, não uma substituta."

Outra coisa que me chamou atenção foi o fato de Violet ser muito forte, mas não ter taaantos pensamentos revolucionários quanto protagonistas de histórias parecidas. É bem interessante ver a submissão dela em alguns momentos, apesar dos diversos atos de rebeldia. Isso a torna mais humana, o que é totalmente compreensível.

Resenha-Livro-A-Joia-Amy-Ewing-Série-A-Cidade-Solitária

Amy Ewing conseguiu me revoltar, me encantar e me surpreender em 352 páginas. O final é absurdamente vago, ou seja, alguém me dá o próximo livro, por favor! haha

Enfim, depois de falar tão bem do livro eu não poderia dar outra nota:

★★★★★

Espero que vocês tenham se interessado, porque é uma leitura que vale a pena e merece reconhecimento. ❤

Beijos e até o próximo post!

12 de julho de 2017

Resenha: Silo

Silo - Hugh Howey

Oi, gente! Como vai a vida? A minha esteve super corrida, tanto que ganhei o Silo no meu aniversário (em março) e só consegui ler no fim de junho. (!!!) No entanto, dei um jeitinho de escrever essa resenha pra vocês, porque o mundo precisa conhecer esse livro, sério!

Bom, vamos começar com a sinopse, né?

O que você faria se o mundo lá fora fosse fatal, se o ar que respira pudesse matá-lo? E se vivesse confinado em um lugar em que cada nascimento precisa ser precedido por uma morte, e uma escolha errada pode significar o fim de toda a humanidade? Essa é a história de Juliette. Esse é o mundo do Silo.
Em uma paisagem destruída e hostil, em um futuro ao qual poucos tiveram o azar de sobreviver, uma comunidade resiste, confinada em um gigantesco silo subterrâneo. Lá dentro, mulheres e homens vivem enclausurados, sob regulamentos estritos, cercados por segredos e mentiras.
Para continuar ali, eles precisam seguir as regras, mas há quem se recuse a fazer isso. Essas pessoas são as que ousam sonhar e ter esperança, e que contagiam os outros com seu otimismo.
Um crime cuja punição é simples e mortal.
Elas são levadas para o lado de fora.
Juliette é uma dessas pessoas. E talvez seja a última.
Silo - Hugh Howey

Tá, gostei tanto do livro que nem sei como começar. Que tal pelo começo, Mariana? Ao contrário do que imaginei, Silo não começa com Juliette, mas sim com Holston, um dos moradores de lá. De alguma forma (que não contarei a vocês, claro) ele será de extrema importância para o entendimento da trama. 

Bem, mas depois que somos apresentados à protagonista, vamos desvendando os problemas do silo junto com ela, e entendemos perfeitamente porque ela quer sair. Não vou detalhar a história porque muita coisa depende de outra, que é spoiler. Então...
"O silo fazia menos sentido. Não tinha sido criado por um deus. O mais provável era que tivesse sido projetado pela TI. Essa era uma teoria nova, mas cada vez Juliette tinha mais certeza disso."

Preciso dizer a vocês que Silo tem características marcantes das distopias que conhecemos: o poder na mão de poucos, a manipulação do povo, a protagonista revolucionária. Sim, isso tudo tá presente. Mas não é só isso. Hugh Howey criou uma sociedade doente, que faz de tudo para sobreviver, o que implica mentiras, dominação... A gente sabe no que isso resulta, né? O inevitável. Guerra. 

Com isso, vemos que não há um personagem forte e corajoso - há vários, cada um de sua maneira. Alguns a gente passa a admirar e o autor mata, mas é a vida. Falando nisso, pode se preparar pra ver morte, porque Howey não tem pena nenhuma de matar. Mesmo.
"Seus pais o haviam alertado, a seu único filho precioso, para nunca desejar sair do silo. Nem mesmo pensar nisso. Não deixar que isso passasse por sua cabeça. O pensamento significava morte instantânea, e seria a destruição da criança tão amada."

Enquanto lia, vi que me enganei em tantas coisas sobre o livro! Vamos falar aqui, sinceramente: o que todo mundo espera que exista do lado de fora? Uma sociedade linda, que vive feliz, sem todos aqueles problemas, para onde Jules tentará levar os amigos. Só digo uma coisa: não, não e não! Hugh Howey joga na nossa cara majestosamente que Silo é inovador, totalmente original.

Juliette vai enfrentar coisas inimagináveis, que a princípio podemos até achar exagero, mas tudo se encaixa no final. É fantástico. Também adorei ver a evolução dos personagens, especialmente a dela, que é mais perceptível no final.

"Era mais um pensamento pesado de culpa, mas se sentia terrivelmente sozinha, uma mulher que se orgulhava de não precisar de ninguém."

Ah, se você é um(a) doido(a) como eu, que ama livros que te fazem ficar nervoso(a), corre pra ler Silo. Foi um tipo de leitura que eu não tinha há muito tempo: aqueles que fazem a gente sacrificar um bom soninho pra terminar e entender o que diabos tava acontecendo ali! E valeu a pena, viu? Só não valeu tanto porque não tenho o livro seguinte e quero saber a continuação, hahah. Ah sim, pra quem não sabe ele é o primeiro volume de uma trilogia.

Silo - Hugh Howey

E a capa... Linda! Os tons quentes combinam perfeitamente com a energia e a ansiedade que a história traz, além do preto, que nesse caso relaciona-se às mortes. Assim como a maioria dos livros da Intrínseca, as folhas são amareladas, com letras num tamanho razoável e agradável para leitura. Tenho só algumas observações: encontrei umas repetições de palavras, além de um erro de digitação lá pelos últimos capítulos. No entanto, nada que atrapalhasse a compreensão do que estava escrito.

Silo tem 82 capítulos, com 500 páginas no total. No final ainda vem uma parte do segundo livro, só pra gente ficar doida querendo!

Vou finalizar falando pra você, que gosta de ficção, não perder a oportunidade de ler essa obra tão incrível. Vale demais cada minuto da leitura!

★★★★★

2 de julho de 2017

Resenha: Boneco de Pano


Oi, pessoal! Voltei depois de muito tempo, com a resenha do último recebido da Editora Arqueiro: Boneco de Pano, do autor Daniel Cole.

Sinopse

VOCÊ ESTÁ NA LISTA DE UM ASSASSINO. E ELA DIZ QUANDO VOCÊ VAI MORRER.
O polêmico detetive William Fawkes, conhecido como Wolf, acaba de voltar à ativa depois de meses em tratamento psicológico por conta de uma tentativa de agressão. Ansioso por um caso importante, ele acredita que está diante da grande chance de sua carreira quando Emily Baxter, sua amiga e ex-parceira de trabalho, pede a sua ajuda na investigação de um assassinato. O cadáver é composto por partes do corpo de seis pessoas, costuradas de forma a imitar um boneco de pano.
Enquanto Wolf tenta identificar as vítimas, sua ex-mulher, a repórter Andrea Hall, recebe de uma fonte anônima fotografias da cena do crime, além de uma lista com o nome de seis pessoas – e as datas em que o assassino pretende matar cada uma delas para montar o próximo boneco. O último nome na lista é o de Wolf.
Agora, para salvar a vida do amigo, Emily precisa lutar contra o tempo para descobrir o que conecta as vítimas antes que o criminoso ataque novamente. Ao mesmo tempo, a sentença de morte com data marcada desperta as memórias mais sombrias de Wolf, e o detetive teme que os assassinatos tenham mais a ver com ele – e com seu passado – do que qualquer um possa imaginar.
Com protagonistas imperfeitos, carismáticos e únicos, aliados a um ritmo veloz e uma deliciosa pitada de humor negro, Boneco de Pano é o que há de mais promissor na literatura policial contemporânea.
O prólogo nos mostra o passado, onde Wolf se revela agressivo e, como dito na sinopse, precisa ser internado numa clínica para se tratar. Depois disso somos apresentados ao boneco, e então começam as investigações.

Gostei bastante do que o autor fez, entrelaçando a vida pessoal dos personagens com o trabalho - tudo isso sem que o suspense fosse colocado de lado -, além do foco que ele deu pra outros personagens, como o Edmunds. Ele teve grande importância na investigação, mesmo sendo "só" o estagiário.
"No entanto, apenas uma pergunta interessava a Edmunds: por que diabo o assassino teria agido com  um dia de antecedência?"


Daniel Cole nos apresenta um romance policial muito bem escrito, mesmo. Não sei se vocês costumam assistir, mas eu associei demais a narrativa com aquelas séries policiais, sabem? CSI, Criminal Minds (esse principalmente)... Todas aquelas jogadas entre a evolução da investigação e, ao mesmo tempo, os crimes acontecendo, me fizeram gostar ainda mais do livro.

Sobre a parte física, o livro tem uma capa sem muitas informações, porém significativa. Ele não tem nada de extravagante e cumpre o seu papel perfeitamente - um livro repleto de assassinatos não combina com elementos fofinhos, né? As letras são simples, bem como a diagramação. Ah, nossas queridas páginas são amareladas.


Boneco de Pano tem 37 capítulos, totalizando 332 páginas de puro suspense.

Voltando à história, os personagens são bem comuns, sabem? Não tem nada de extraordinário neles. O mais interessante é acompanhar o trabalho de cada um. Ah, e é claro que vocês tem que se preparar para mortes (a parte boa é que elas não são previsíveis, não exatamente).

O que também percebi de forma positiva foram as críticas que Cole fez, especialmente ao jornalismo sensacionalista e absurdo que vemos por aí - e o melhor, na perspectiva de uma jornalista.

Não sei se é porque eu já li e vi muitas obras policiais, mas adivinhei quem era o(a) responsável lá pela metade do livro. Por isso não vou considerar um ponto negativo, só queria dizer que não foi tão surpreendente assim. Entretanto, o final (final mesmo, tipo, os últimos parágrafos) me deixaram encantada. Não sei se todo mundo vai gostar, mas achei incrível essa... ousadia?... do autor. Cadê o clichê que eu esperava?


Enfim, o assassinato foi muito bem construído, assim como a trama, cheia de flashbacks explicativos e etc. Boneco de Pano é um romance policial que vale muito a pena, principalmente se você gosta desse tipo de narrativa e das séries de TV que abordam o tema.

"- Que não existe isso de "gente má" ou "gente boa". Existem apenas aquelas pessoas que foram sacudidas além da conta e as que não foram."

★★★★★

22 de maio de 2017

Resenha: Brasyl

Brasyl - Ian McDonald

Oi, gente! Hoje eu trago a resenha da ficção científica escrita pelo Ian McDonald, chamada Brasyl. Foi o penúltimo recebido da Editora Arqueiro, embora tenha sido publicado pela Saída de Emergência.

Sinopse

Três personagens. Três histórias. Três brasis. Ligados através do tempo, do espaço e da realidade.
Marcelina é uma produtora de TV que sai pelas ruas do Rio em busca do sucesso que lhe trará a fama. Quando uma ideia para um programa a faz rastrear o mais infame goleiro do futebol brasileiro, ela se envolve em uma antiga conspiração que ameaça não só a sua vida, mas também a sua alma.

Edson é um empresário de celebridades tentando sair das favelas de São Paulo em um futuro não muito distante. Um encontro inesperado o faz cair no mundo perigoso da computação quântica. Agora, sem ter para onde fugir em um Brasil em que cada rosto e centavo são rastreados, ele precisa salvar a própria pele.

Padre Luis Quinn é um missionário jesuíta que vasculha as profundezas da Floresta Amazônica do século XVIII em busca de um padre renegado que tenta estabelecer um império. Mas o que ele encontra ali põe em xeque a sua fé e a própria realidade.
Como a sinopse já apresentou, os protagonistas do livro são Marcelina, Edson e o padre Luis Quinn. Eles vivem em 2006, 2032 e 1732, respectivamente. A vida de Marcelina é a mais próxima da nossa, com as tecnologias que já conhecemos e tal. O mundo de Edson é diferente: a Física Quântica foi aprofundada e, com isso, somos apresentados a uma realidade inovadora. Bom, 1732 vocês já devem imaginar.

Brasyl - Ian McDonald

O universo quântico engole Marcelina por acaso: ela está em busca de um ex-jogador de futebol da seleção brasileira para seu novo programa de TV, mas acaba se envolvendo em assuntos muito mais complexos que a realidade.

Coisas cada vez mais estranhas começam a acontecer com Edson após conhecer uma jovem que trabalha com a computação quântica, e não há saída a não ser mergulhar de fato em suas descobertas.
" - O que é aquilo? - ele abaixa a testa até encostar no vidro frio.
  -  Realidade - diz Fia. - Pontos quânticos em superposição. A luz é o resultado de fótons em flutuação no vácuo, vazando de alguns dos estados paralelos nos quais a computação está sendo feita."
Luis Quinn é encarregado de procurar um padre "perdido" pela Floresta Amazônica. Ele também constata que realidade talvez não deva ser usada no singular, se é que vocês me entendem.

Com narrações em três épocas diferentes, seremos apresentados a realidades paralelas e muita, mas muita Física. Os personagens se conectam apenas no final do livro, de uma forma sutil, mas essencial para o entendimento da trama. Pontinho positivo aí!

Apesar desse ponto que gostei, Brasyl tinha tudo pra ser bom, mas não foi. De verdade, ao ler a sinopse e algumas críticas imaginamos "n" coisas, e nenhuma delas é tão complexa quanto a história. Só que essa é a parte boa. Para mim o problema foi a construção da trama e dos personagens - desculpa, Ian McDonald, mas sua escrita não me agradou. Não consegui mergulhar nos cenários nem nada. Simplesmente lia, sabem? Sem contar as pessoas que surgiam do nada e eu ficava perdida. Não havia apresentação pra elas.

Para começar, quando uma história vai ser escrita em três épocas diferentes e trata de um tema absurdamente complexo (Física Quântica, minha gente!), o ideal é que a escrita seja o mais clara possível. Entretanto, o autor pecou ao exagerar nas descrições de cenas secundárias. Outra coisa que me incomodou bastante foram aqueles "efeitos" causados pela falta de pontuação, repetições e tal. Eu até acho interessante em alguns momentos, mas para mim, isso aconteceu demais

  Brasyl - Ian McDonald
Bem, o autor não é brasileiro, mas as informações contidas na trama se encaixam bem, especialmente na questão dos jesuítas, escravos e índios - ele deve ter pesquisado bastante para escrever! Só que, ao meu ver, ele manteve os estereótipos que os estrangeiros tem da gente - inclusive achei certas falas e descrições vulgares e desnecessárias.
"Você me preparou um teste e eu venci, pensou Luis Quinn. O Brasil só respeita o poder, mas o Poder não é nada sem controle."
Posso dizer que a história se tornou interessante depois de umas 230 páginas, e ainda assim a escrita maçante me atrapalhou na leitura. Eu fico bem mal quando percebo que a história tinha potencial pra ser incrível, mas detalhes a impedem disso. Acho que deve haver muito preparo e muita revisão quando se vai escrever sobre assuntos abstratos como a Física Quântica. Apesar disso, alguns momentos são bem interessantes pra gente refletir:
"Um dos fascínios do Amazonas, para um linguista como eu, suspeito, não para a sociedade em geral, é sua riqueza de idiomas. Compreendo que existem índios entre os tributários mais distantes que não têm palavra para a cor azul ou para nenhuma relação que não seja de filho ou de filha, nem para passado e presente. (...) Se eles não podem dizer azul, será que podem ver a cor azul?"

Brasyl - Ian McDonald

Sobre a edição, gosto bastante: tons quentes e elementos "futurísticos" na capa, contrastando com o preto e branco e apenas florestas na contracapa. No interior a fonte e o tamanho mudam de acordo com a narração. A do padre nos remete ao passado - até as páginas são manchadas e com um aspecto antigo. Para mim elas combinaram bastante com a época que representam.

Brasyl - Ian McDonald

Enfim, eu gosto de ser bem sincera com vocês, então se o livro não me agradou, é isso que vou escrever. No entanto, isso não deve impedir ninguém de ler - afinal, a melhor coisa é tirar as próprias conclusões, né? Se alguém já leu Brasyl me conta aí embaixo o que achou! *-*

Beijos! 😗😗😗

16 de maio de 2017

5 coisas que aprendi com Jogos Vorazes

5 coisas que aprendi com Jogos Vorazes

Oi! Depois de ter amado escrever o que Harry Potter me ensinou, resolvi trazes 5 coisas que aprendi com Jogos Vorazes - minha distopia favorita da vida. ❤

Alguns sacrifícios valem a pena

Sempre tive uma certa repulsa a sacrifícios. Eu achava que não eram válidos, sabem? Mas comecei a perceber que em alguns casos eles são sim. Se você visse sua irmã mais nova destinada a morrer numa arena com 23 participantes, muitos deles treinados para matar, o que faria? Pois é...

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A desigualdade é o pior problema que a sociedade enfrenta

Panem é dividida em 12 distritos mais a capital, e no livro o foco é o Distrito 12, onde a protagonista vive. Lá nós vemos miséria, fome... Ao longo da história somos apresentados aos outros distritos que, quanto mais perto da capital, tem mais recursos e uma qualidade de vida melhor. Na capital então, nem se fale... Além de ter muito, eles desperdiçam. Sério, é muito revoltante, principalmente porque sabemos que essa desigualdade não existe só na ficção.

Fico pensando: se todos conseguissem enxergar a realidade dessa forma, fariam algo para mudá-la? Dizer que sozinhos não conseguimos fazer nada não é desculpa. Pequenas ações podem gerar resultados. E Jogos Vorazes também nos mostra isso.

JAMAIS devemos "ensinar" colocando medo

Bom, é claro que estou falando dos Jogos, que foram criados com o objetivo de "alertar" a população - por conta de uma revolta no passado, todo ano 2 tributos de cada distrito são enviados a uma arena para tentar sobreviver. Todo ano 23 vidas são perdidas para "ensinar" a população. Isso muda alguma coisa? Isso não é ensinar. É colocar medo, mostrar poder... É horrível.


Devemos ser fiéis aos nossos princípios

Katniss nos mostra perfeitamente isso: não é porque uma revolução está acontecendo que ela quer matar pessoas inocentes. Afinal, elas são inocentes! Não quero dar spoiler, mas quem já leu percebe isso de forma nítida, principalmente quando se trata da relação dela com o Gale. Não importa que todo o resto esteja fazendo algo, se você acredita que é errado, não faça.

"Esperança é a única coisa mais forte que o medo"

Sim, frase do nosso odiado presidente Snow, mas é verdade. A esperança de que algo pode ser melhor é o que nos impede de ter medo. O que seria de nós sem ela?

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Vocês já tinham percebido esses tópicos que eu citei? O que vocês aprenderam com essa distopia tão incrível? Me contem, tá? ❤

Beijos! 😘😘

12 de maio de 2017

Porque Rick Riordan não escreve só para crianças

Rick Riordan não é só pra crianças

Oi, gente!

Hoje eu resolvi falar um pouquinho sobre as obras do querido tio Rick. Sou fã desde meus 11 anos, e mesmo depois de tanto tempo, é uma leitura que me faz bem. Nesses 5 anos que leio seus livros, ouço pessoas falando que é infantil demais e blablabla. Bem, depois de ter lido 23 obras do autor (nem sou viciada, imagina), acho que posso trazer alguns pontos importantes pra mostrar porque essas ideias estão erradas:

Dá pra aprender muito sobre história, especialmente mitologia.

Sabe quando você se encanta por algo do nada? Sim, isso aconteceu comigo - e nem gosto tanto assim de história. Ouso dizer que tudo o que sei sobre mitologia veio dos livros do tio Rick. Eu tinha ideias muito vagas sobre o assunto, e pra ser sincera nem tinha interesse antes de ler Percy Jackson.

Rick Riordan não é só pra crianças

Tiramos tantas lições pra vida!

Rick Riordan tem um jeito tão incrível de nos ensinar coisas importantes de forma sutil... Em momento nenhum ele diz diretamente que "você tem que respeitar o amiguinho", mas vai inserindo aos poucos essas ideias. Querendo ou não nosso cérebro capta essas mensagens. Para mim as mais importantes envolvem bom humor, amizade, respeito e, é claro, amor.

"Os defeitos mais perigosos são aqueles que, com moderação, são qualidades."
- Rick Riordan (Percy Jackson e a Maldição do Titã)

Há muita representatividade e respeito

Tem um pouco a ver com o tópico de cima, mas quero falar de forma mais específica sobre isso. Em suas obras somos apresentados a personagens homossexuais, com gênero fluido (algo que eu aprendi sobre, pois nem sabia que existia - vejam que incrível), negros (que infelizmente não costumam ter papéis importantes nas histórias), muçulmanos, deficientes auditivos... E sério, o tio Rick não fica forçando o assunto - ele insere esses personagens naturalmente na história. Afinal, é natural convivermos com homossexuais, negros ou deficientes auditivos, não é mesmo? Ao menos deveria ser assim.

Rick Riordan não é só pra crianças

Faz uns meses que li um post (esse aqui, ó) da Diovana, do blog Pinguim Tagarela, mas não o esqueci. Primeiro porque ela escreve maravilhosamente, e segundo porque ela fala sobre a representatividade no primeiro livro de Magnus Chase. Ela descreveu cada personagem, e eu recomendo demais que vocês leiam. Vocês vão compreender mais ainda o que eu quis dizer ali em cima. ❤

Leveza é a marca de suas obras

Sinceramente, eu não entendo a ideia que algumas pessoas tem de que leituras leves são só para criança - "gente grande tem que ler livro difícil". Eu fico parecendo boba rindo sozinha, mas é tão gostoso! A vida já é tão cheia de problemas... Às vezes tudo o que precisamos é mergulhar numa história fantástica e divertida.

Rick Riordan não é só pra crianças

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Eu já fiz um post exclusivo sobre o tio Rick, mas senti a necessidade de escrever esse aqui porque já ouvi demais que seus livros são infantis. Ou aquele ar de surpresa quando digo que sou fã... Enfim, espero ter conseguido mostrar que seus livros foram feitos pra todo mundo. Sem preconceito, minha gente! 💕

29 de março de 2017

Resenha: A Promessa

A Promessa - Harlan Coben (Resenha)

 Oi gente! Tudo bem?

Voltei com a resenha do último recebido da Editora Arqueiro: A Promessa, do Harlan Coben. Como já é de se esperar, tenho impressões positivas pra relatar a vocês. *-*

Sinopse

Depois de ouvir duas adolescentes trocando confidências no porão de sua casa, Myron faz com que as garotas prometam ligar para ele se um dia estiverem em alguma encrenca e não tiverem coragem de recorrer aos pais em busca de ajuda. Ele garante que irá em seu socorro sem questionamentos, qualquer que seja a situação.
Alguns dias depois, às duas da manhã, seu telefone toca. É Aimee Biel, uma das garotas a quem oferecera apoio incondicional. Abalada e nervosa, ela pede que Myron a deixe em frente a uma casa numa rua deserta, o suposto endereço de uma amiga. Apesar de sentir que alguma coisa está errada, Myron honra sua palavra e não faz perguntas.
Mas ele se arrependerá profundamente dessa decisão, porque talvez essa seja a última vez que Aimee será vista por alguém. Atormentado pela culpa – ao mesmo tempo que se torna o principal suspeito pelo misterioso desaparecimento –, Myron decide investigar o caso por conta própria.
Envolvido numa trama cheia de promessas desfeitas e segredos devastadores, ele descobre que essa não será apenas uma busca por uma adolescente que sumiu: será também uma busca pela verdade em suas nuances mais sombrias.


A história

A Promessa é uma das histórias protagonizadas por Myron Bolitar, um ex-jogador de basquete que teve que abandonar a profissão por causa de um problema na perna.

Myron tem duas garotas no porão de sua casa. Acidentalmente, ouve uma conversa das duas, e se preocupa: elas falam de bebidas e carros, coisas que definitivamente não combinam. Por causa de um trauma do passado, ele se comove e manda as jovens ligarem para ele se tiverem algum problema - sem perguntas, sem contar aos pais: é essa a promessa.
"Prometam que vão ligar para mim. Eu vou pegar vocês onde estiverem. Não vou fazer nenhuma pergunta. Não vou contar aos seus pais. É a minha promessa."
Alguns dias depois ele recebe a ligação de uma das jovens, chamada Aimee, e age conforme prometeu. O problema surge quando Aimee não volta para casa e ele foi o último a vê-la.

Como lidar com o peso na consciência de ter permitido que aquilo acontecesse? Myron se envolve na situação de uma forma que não há escapatória: a solução é ajudar do modo que puder nas investigações, e esperar que Aimee seja encontrada viva e bem. 


Informações técnicas


A Promessa - Harlan Coben (Resenha)

A Promessa tem aquela harmonia entre a trama e a parte visual, sabem? A capa, com tons de azul escuro e preto nos remetem à noite, mistério... O desfoque das luzes e o contorno de uma pessoa ao fundo me transmitiram a sensação de confusão - talvez relacionada à bebida (que vocês perceberão que tem certa importância na história).

As páginas são amareladas, com letras razoavelmente grandes. Como nos outros livros do autor, a diagramação e o início dos capítulos são simples.

A Promessa - Harlan Coben (Resenha)


O livro tem 352 páginas, divididas em 57 capítulos.


Minha opinião

O que gosto na escrita de Harlan Coben é a clareza - embora o livro seja de suspense e mistério, a narração e os diálogos são diretos. E se tem algo que me irrita é enrolação!

Os personagens são bem descritos, e consegui visualizá-los física e psicologicamente. Ponto para o autor! Afinal, a melhor coisa do mundo é uma descrição que te permite mergulhar de fato na trama.

Sobre o desfecho, eu juro que pensei em todos os personagens, menos no culpado. Como um autor consegue fazer isso com a gente? Incrível!

Não tenho uma crítica específica ao livro, mas de tudo o que vi sobre ele, como a frase da capa ("E se a vida de alguém dependesse da sua palavra?") me fizeram imaginar crimes mais complexos e fantasiosos do que de fato foi. Por isso, classifiquei-o como "bom-quase-ótimo" (3,5/5 estrelas).

Ok, talvez eu esteja esperando um "Não Conte a Ninguém" nos outros livros do autor, mas é que ele me cativou tão intensamente que espero que todos sejam assim - ou até mesmo melhores.

Enfim, embora A Promessa não tenha recebido tantas estrelas, é um suspense diferente e muito bem escrito. Eu recomendo que vocês leiam, principalmente se gostam de mistérios, pistas desconexas e uma trama que trata de problemas mais próximos da realidade.

Beijos e até o próximo post! 😘

27 de março de 2017

Vamos falar sobre Luna Lovegood

Não é segredo para ninguém que a Luna é a minha personagem favorita de Harry Potter, né? Por isso decidi dedicar um post todinho a ela. ❤

Bem, a Luna é alguém que nos ensina tanta coisa que fica até difícil organizar o que dizer primeiro. Mas vou começar apresentando-a a vocês. 

"Tinha cabelos louros, sujos e mal cortados, até a cintura, sobrancelhas muito claras e olhos saltados, que lhe davam um ar de permanente surpresa. (...) A garota emanava uma aura de nítida birutice. Talvez fosse porque guardara a varinha atrás da orelha esquerda, por medida de segurança, ou porque tivesse decidido usar um colar de rolhas de cerveja amanteigada, ou ainda porque estivesse lendo a revista de cabeça para baixo." - Harry Potter e a Ordem da Fênix.

Essa descrição mostra o que alguém de fora vê de Luna Lovegood. Por trás dessa figura excêntrica enxergamos uma jovem absurdamente inteligente e corajosa. Uma jovem que se importa demais com os amigos, a ponto de enfrentar inimigos perigosíssimos por eles.

Warner Bros. Pictures. Fonte: Wikipedia.com

Mas antes, vamos falar de sua personalidade forte. Sim, Luna Lovegood é o maior exemplo que temos de uma pessoa feliz consigo mesma. Uma pessoa que não dá a mínima para comentários negativos sobre ela. Alguém que devemos nos espelhar.

"Não se preocupe. Você é tão normal quanto eu."

Sabe, vemos hoje tantos problemas de autoestima... Definitivamente não é fácil nos aceitarmos como somos, principalmente numa sociedade como a nossa. Mas Luna nos mostra que, apesar de ser frequentemente zoada, está bem sendo ela mesma. Porque o que os outros pensam não nos define. 

Você tem vontade de usar um brinco de rabanetes? Use. Tem vontade de colocar uma roupa diferente? Coloque. É da sua vida que estamos falando. Sem contar que, se vocês perceberem, é justamente essa peculiaridade da Luna que encanta todo mundo. Tenho certeza que quem a julga (seja nos livros ou não), na verdade não tem a coragem dela. São pessoas que, sinceramente, não merecem um pingo de atenção.


Outra coisa: para a Luna não é preciso perder tempo se preocupando com coisas pequenas, tanto que todos os seus pertences foram escondidos e o que ela faz? Isso mesmo: vai comer pudim.

"-Ah, não - disse Luna. - Não, acho que vou descer e comer um pudim, e esperar que elas reapareçam... sempre acabam reaparecendo... bom, boas férias, Harry." - Harry Potter e a Ordem da Fênix.
 
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"- Por que as pessoas escondem suas coisas? - perguntou ele, enrugando a testa.
 - Ah... bom... - Luna encolheu os ombros. - Acho que pensam que sou meio excêntrica, entende. De fato, algumas pessoas me chamam Di-lua Lovegood.
 (...) Isso não é razão para tirarem o que é seu - concluiu ele. - Você quer ajuda para encontrá-los?
 - Ah, não - disse ela sorrindo. - As coisas voltam, sempre voltam no fim." - Harry Potter e a Ordem da Fênix.

Ah, uma curiosidade que tem tudo a ver com o tema é que a Evanna Lynch, que interpretou a Luna nos filmes, sofreu com a anorexia quando era mais jovem. Era muito fã de Harry Potter e, no lançamento do 5° livro, o médico a liberou para ir na livraria. J.K Rowling, diva como sempre, sabendo da história da garota (que a enviava cartas pedindo conselhos), mandou um recado dizendo que se ela superasse o problema, poderia fazer um teste para o papel da Luna. Bom, a gente já sabe que ela conseguiu - e para mim não existe atriz mais perfeita para interpretá-la. Parece que a Evanna nasceu para isso.


É isso. Espero que, da próxima vez que vocês hesitarem ao escolher uma roupa ou fazer alguma coisa por causa dos outros, lembrem-se de Luna Lovegood. Ela pode ser apenas uma personagem, mas deixa uma mensagem muito importante pra gente. ❤


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7 de março de 2017

Resenha: Ouse Crescer

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Hello, gentes!

Finalmente, vou escrever uma resenha nesse blog de meu Deus. Dessa vez, trouxe um livro felizinho de autoajuda pra nós. Ouse Crescer, de Tara Mohr, veio pra minha vida com a premissa de mudar minha cabeça e me fazer encontrar os problemas que me impedem de crescer, de ousar. Essa é sua ideia principal e, a partir daí, a Tara trouxe exercícios, dicas, exemplos e histórias de superação de outras mulheres, pra gente ver que não é impossível.

Sinopse:
Em seus programas de liderança e coaching para mulheres, Tara Mohr percebeu que suas clientes ousavam pouco na carreira e na vida pessoal. Insegurança e autocrítica estavam por trás de atitudes conservadoras e confortáveis, que não condiziam com o tamanho de seus sonhos e ambições.
Neste livro, ela apresenta importantes conceitos e reflexões para ajudar você a liberar todo o seu potencial. Em capítulos objetivos, Tara aponta o que atrapalha seu crescimento e ensina como calar a voz interior que a faz duvidar de si mesma e se livrar do perfeccionismo. O programa Ouse crescer oferece ferramentas para apoiar o desenvolvimento pessoal e profissional e já formou mais de mil mulheres pelo mundo. Nele você vai aprender:
• O que o crescimento significa para mulheres como você – nada relacionado a marcos externos de sucesso, mas ao que atende a seus sonhos de vida e carreira.
• As desculpas que as mulheres dão para não ousarem enquanto convencem a si mesmas de que estão fazendo tudo que podem para crescer.
• Como diferenciar sua censora interior de sua mentora interior e reconhecer a sabedoria infalível que existe dentro de você. 
• Os detalhes em sua maneira de falar e escrever que diminuem o impacto de sua mensagem e o que fazer para obter o efeito oposto.
• Como se livrar da dependência de feedbacks positivos e aproveitar melhor as críticas. 
• Os comportamentos premiados na fase escolar que podem prejudicar as mulheres na vida adulta.

Pela sinopse a gente já consegue ver que é um livro, no mínimo, muito bom. Ele tem uma pegada feminista que veio em boa hora pra mim e, acredito eu, seja leitura obrigatória para moças que: 1) estão empacadas na vida, sem saber pra onde vão; 2) estão se aventurando nas crenças feministas e querem mais boas histórias para usar de exemplo nos textão do facebook; 3) gostam de um autoajuda bem escrito. Enfim, é um livro realmente útil.

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Do início ao fim do livro, eu fui preenchida com um sentimento de determinação sem tamanho. Comecei a me observar de acordo com os exercícios passados e descobri coisas que nem imaginava, além de ter dado uma chacoalhada na minha maneira de agir e de ver as coisas. Eu realmente ousei sair da zona de conforto (em algumas situações) e me dá forças, ainda, para continuar nesse caminho.
Claro que, pra chegar nisso, a gente tem que sentir um pouco de vergonha. Ouse Crescer é um tapa na cara. Ele mostra que o único motivo de você não tá vencendo na vida é você mesma. Que sentir medo é normal mas que deixar ele te dominar é burrice (e não, não com essas palavras, mas eu senti isso, de certa forma). Que você já tem tudo o que precisa aí dentro e tá sendo bem trouxa de ignorar os sinais. Enfim. Uma infinidade de verdades que todos já sabíamos mas não queríamos admitir.

A Tara, então, dividiu suas teorias (ah, pra quem não sabe ela é coaching também) e nos presenteou com essa obra que, realmente, ajuda. Ela nos explica onde está o problema e o que podemos fazer diante dele.

"A solução não consiste em eliminar a dúvida em relação a si mesma, mas em aprender a deixar que a censora interior* fale a vontade, sem seguir as orientações dela. O objetivo é ouvir a ladainha da censora interior, mas não permitir que ela determine suas escolhas."

*A censora interior, explica Tara, é "alguém" que vive dentro da gente e que é muito preocupada com nossa segurança. Ela não quer que a gente corra riscos, ouse, saia da zona de conforto e, muitas vezes, é cruel dizendo coisas como "você não está pronta" e "você jamais conseguiria isso". Localizei a minha e dei a ela o nome de Ruth. Facilitou muito as coisas. 

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Eu acho essa frase do livro muito importante e é a que mais utilizo, em momentos de falta de crença em mim mesma. Lembro que já tinha lido sobre isso quando queria aprender a meditar. Os sites diziam que a gente nunca para de pensar, não existe isso. A gente só precisa deixar os pensamentos quietos, sem interferir neles, sem tentar expulsá-los ou algo do tipo. Devemos apenas ignorá-los. Aqui, numa situação bem diferente, a regra também se aplica. Acredito que o que ela quis dizer é que sempre teremos medo e insegurança e ansiedade quando se trata do novo, da mudança. Mas que não devemos deixar isso nos impedir de ir. De alcançar nossos sonhos, nossas metas, de crescer. Devemos ouvir a voz do medo, agradecer pela preocupação e dizer que está tudo sob controle. Porque, na verdade, está.

Falando um pouco sobre a parte técnica do livro, eu achei ele bem bonito. Tem cores bem femininas, roxo e rosa predominantes. Gostei porque o roxo representa sucesso, estimula a área do cérebro que soluciona problemas, a área da criatividade e também se relaciona com a intuição. Tudo isso está presente no livro, em cada palavra da Tara, um estímulo ao sucesso, uma forma de nos mostrar quem somos, de nos fazer nos entender intuitivamente. O rosa nem precisa explicação, é muito ligado ao universo feminino. Por isso eles casaram tão bem nesse livro, por serem a união da mulher e do sucesso: a proposta principal de Ouse Crescer.
Tem 240 páginas, todas amareladas e a fonte é bem tranquila pra ler. Possui, também, algumas tabelas, partes em que a cor de fundo muda - principalmente em atividades específicas - e tudo isso ajuda bastante na construção da ideia que o livro quer passar. Ah, e ele foi publicado pela Editora Sextante, nossa parceira. 💗

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Vocês devem ter percebido que eu gostei muito e quero fazer todas as mulheres que conheço lerem. Porque, por mais que pareça loucura algumas coisas, saber da existência da Ruth (a minha censora interior) tornou tudo mais fácil. Meu medo do fracasso não é mais um fator decisório. É só um medinho que tá lá mas que tudo bem, porque passa depois que tudo dá certo. E, se não der, a gente sempre tem pra onde voltar e sempre pode recomeçar. Tá tudo bem com isso também.

Quero saber agora se alguém já leu Ouse Crescer e o que achou, me conta ali nos comentários. Pra mim ele merece 5 estrelas e, sempre que precisar, vou ler novamente, fazer os exercícios tudo de novo e buscar, sempre o crescimento pessoal.



Beijos e até mais!

3 de março de 2017

TAG - Eu nunca


Oi, gente! Hoje eu trouxe essa tag que vi no blog Leitora Cretina, da Mônica (uma das nossas leitoras mais antigas!). *-*

Ela foi criada pela LizziefayeLovesBooks e traduzida pelo Paulo do Livraria em Casa. Vamos lá:

1- "Eu nunca li isso" - Um livro que você não leu, mas que aparentemente todo mundo já.
Mariana: Crepúsculo. Quase todo mundo que conheço já leu, mas não faz meu estilo.

Fernanda: São muitos, mas escolho A Menina Que Roubava Livros. Acredito que seja muito bom, mas ainda não tive vontade de ler.


2- "Eu nunca li algo tão maravilhoso" - O seu livro favorito

Mariana: Ai gente, sempre esse dilema! Por que um só? Minha lista de favoritos tem 59 livros! Mas tudo bem, dessa vez fico com Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban.


Fernanda: Essa pergunta deveria ser proibida! Meus livros favoritos são de época, já foi Crepúsculo, já foi Harry Potter (apesar dele sempre estar entre os favoritos), já foi A Culpa é Das Estrelas, já foi Os 13 Porquês... enfim, não tem um favorito. Posso dizer que o favorito de agora é Sepulcro, da  Kate Mosse, porque tô querendo reler, hehe.


3- "Eu nunca imaginei que conseguiria terminar isso" - Um livro ou uma série que você não curtiu, mas foi até o fim

Mariana: Eu poderia ser óbvia e falar O Diário de Uma Paixão pela milésima vez, mas vou escolher um que li há menos tempo: Til, do José de Alencar. Como foi difícil ler aquele livro, meu Deus! 😫 


Fernanda: Acho que isso nunca aconteceu comigo, porque quando não gosto, eu abandono. rs



4- "Eu nunca vou terminar isso" - Um livro ou uma série que você abandonou

Mariana: Veneno, da trilogia Sagas Encantadas. Li umas 40 ou 50 páginas e simplesmente não consegui prosseguir. A narrativa não é nada interessante.


Fernanda: Métrica, da Colleen Hoover. Simplesmente, não tem condição de ler esse livro, juro. Apesar de ter abandonado vários outros, esse foi o que não pensei duas vezes.





5- "Eu nunca vou me arrepender de ter lido isso" - Um livro que você leu por recomendação de alguém e acabou gostando

Mariana: Minha avó sempre gostou de Machado de Assis e me falava pra ler, mas como eu não tinha costume de ler clássicos, torcia o nariz. No entanto, gostei muito de Dom Casmurro e quero ler mais obras do autor.


Fernanda: Vidas Secas, recomendado pela escola. Eu jamais leria esse livro por vontade própria, mas como era ano de vestibular, a escola pediu pra gente ler. E eu amei.



6- "Eu nunca faria isso" - Um personagem que tomou alguma decisão ou fez coisas que você não concorda/faria.

Mariana: Se eu explicar o motivo vou dar spoiler, mas quem leu Mentirosos vai me entender direitinho. O que fizeram foi muito sem noção, minha gente!


Fernanda: Poderia falar de Mentirosos também, mas como a Ma já falou, vou escolher o livro Nada, da Janne Teller. Também é spoiler explicar o motivo, mas digamos que, basicamente, crianças decidem provar pra um colega da escola de que vale a pena viver e iniciam uma pilha de coisas que provam isso. Só que a coisa vai ficando doentia a ponto de deixar a gente chocado com a leitura. Acontecem coisas lá que eu jamais faria, com certeza.



7- "Eu nunca quero ter que admitir que li isso" - Um livro que você tem vergonha de ter lido ou de ler em locais públicos.

Mariana: Sinceramente, nenhum. Tenho orgulho de ter lido praticamente todos os livros que estão na minha lista.


Fernanda: Já sofri muito com isso, mas hoje em dia não me importo com os outros assim. Toda leitura é válida.


8- "Eu nunca li algo tão fofo" - Um livro que tocou seu coração

Mariana: Acho que já deixei bem claro que livros dramáticos não fazem o meu estilo, mas quando li Marley & Eu fiquei super encantada com a história! É muito triste, mas tem vários momentos que a gente ri das artes do cãozinho. ❤


Fernanda: São vários, mas acho que As Vantagens de Ser Invisível foi o que mais me tocou.



9- "Eu nunca ri tanto" - Um livro que te fez rir alto
Mariana: Qualquer obra do tio Rick me faz rir, mas a última foi da série As Provações de Apolo, com o primeiro livro chamado O Oráculo Oculto.


Fernanda: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom... Melancia... Fala Sério, Amor (da Thalita Rebouças!) e qualquer comédia romântica. 



10- "Eu nunca teria sobrevivido minha infância sem ter lido esse livro" - Um livro favorito da sua infância

Mariana: Cachorrinho Samba, sem dúvida! Como eu amava acompanhar as aventuras desse bichinho. ❤


Fernanda: O Menino do Dedo Verde, de Maurice Druon. Foi o primeiro livro que me impressionou na vida, além de ser um dos primeiros que eu li, ainda na pré escola. Ele é encantador. 


E você: tem alguma resposta parecida com a nossa? Conta pra gente ali nos comentários! Ah, sinta-se a vontade para responder a tag também. *-*

Beijos!! 😘

*Fonte dos gifs: Giphy

27 de fevereiro de 2017

Resenha: Enquanto Bela Dormia

Enquanto Bela Dormia, de Elizabeth Blackwell

Oi, gente! Meu último recebido da Editora Arqueiro foi Enquanto Bela Dormia, da autora Elizabeth Blackwell. Demorei um pouquinho pra ler mas consegui trazer a resenha. ❤

Sinopse

Nos salões de um castelo, uma confidente leal guardou por muitos anos os segredos de uma rainha linda e melancólica, uma princesa que só queria ser livre e uma mulher que sonhava com a coroa. Esta é sua história.

Ambientada em meio ao luxo e às agruras de um reino medieval, esta releitura de A Bela Adormecida consegue ser fiel ao clássico ao mesmo tempo que constrói uma narrativa recheada de elementos contemporâneos. Nessa mescla, os dramas de seus personagens um casal infértil, uma jovem que não aceita viver em uma redoma e uma família despedaçada pela inveja tornam-se atemporais.

Quando a rainha Lenore não consegue engravidar, recorre aos supostos poderes mágicos da tia do rei, Millicent. Com sua ajuda, nasce Rosa, uma menina linda e saudável. No entanto, a alegria logo dá lugar às sombras: o rei expulsa de suas terras a tia arrogante, que então jura se vingar. Seu ódio se torna a maldição que ameaça a vida de Rosa. Assim, a menina cresce presa entre os muros do castelo, cercada dos cuidados dos pais e de Flora, a tia bondosa e dedicada do rei que encarna a fada boa do conto original.

Mas quando todas as tentativas de proteger Rosa falham, é Elise, a dama de companhia e confidente da princesa, sua única chance de se manter viva. E é pelos olhos dessa narradora improvável que conhecemos todos os personagens, nos surpreendemos com o destino de cada um e descobrimos que, quando se guia pelo amor a magia mais poderosa do mundo , qualquer pessoa é capaz de criar o próprio final feliz.

A história

Enquanto Bela Dormia, de Elizabeth Blackwell

Elise nasceu na classe baixa, sempre trabalhando na fazenda para ajudar seus pais e seus irmãos. Para ela, a chance de uma vida melhor seria arrumar um emprego no palácio. Depois de vários acontecimentos, ela consegue chegar lá, e descobre que dentro do castelo ocorrem coisas muito, mas muito diferentes do que imaginamos - não é aquele "conto de fadas", e sim a realidade, com problemas, intrigas, tristeza e até mesmo ódio.

"Embora eu logo viesse a ser seduzida pela beleza do interior, nunca esqueci aquela primeira reação visceral. A maioria via aquelas muralhas como proteção contra o perigo, mas eu havia reconhecido, em algum lugar nas profundezas de minha alma, que nem todas as ameaças vinham de fora."

A protagonista vai, de uma simples criada, ao posto de dama de companhia da rainha rapidamente. É ela quem vê a tristeza da soberana ao não conceber um filho, e posteriormente consegui-lo por meio da magia negra de Millicent, a tia do rei.

Com uma guerra acontecendo, uma tia malévola a solta e uma jovem indefesa, Elise se vê sem saída. Só ela pode salvar aquela garota dos horrores que estão acontecendo no castelo, mas como? É válido sacrificar algumas coisas para conseguir outras?

" - O futuro do reino está em suas mãos."

Informações técnicas

Enquanto Bela Dormia, de Elizabeth Blackwell

Acho a capa desse livro muito linda, sem contar que retrata a princesa Rosa exatamente como na descrição (apesar de eu achá-la mais parecida com a Branca de Neve 😛). Os tons de verde escuro remetem à parte sombria da história, enquanto o destaque é dado para a princesa, com a pele e as roupas claras.

Enquanto Bela Dormia, de Elizabeth Blackwell

Como na maioria dos livros da Arqueiro, a letra tem um tamanho médio, ótimo para a leitura. As folhas são amareladas.

 Enquanto Bela Dormia tem 368 páginas divididas em 19 capítulos mais o epílogo.

Minha opinião

Enquanto Bela Dormia, de Elizabeth Blackwell

Enquanto Bela Dormia me trouxe muitas dúvidas pra escrever essa parte da resenha, sabem? As primeiras cem páginas eu simplesmente devorei, não conseguia desgrudar do livro. Depois disso as coisas se tornaram maçantes e eu levei dias pra ler. A autora só captou meu interesse novamente nos últimos capítulos.

Essa parte em que me cansei ficou meio parada, com a vida de Elise daquele mesmo jeito - e nada da princesa Rosa aparecer. Mas sim, eu adorei essa releitura pela visão de uma criada! Só que achei que a nossa "Bela Adormecida" teria mais espaço no enredo.  

Entretanto, é só isso que ressalto negativamente. A ideia da autora é totalmente original, por isso não esperem uma releitura simples, com os personagens já conhecidos e coisas previsíveis.

Outra coisa que amei nesse livro é que, apesar dos vários romances na trama, a mensagem deixada é do amor como um todo, e não do casal que "viveu feliz para sempre". O desfecho é totalmente inovador, fantástico!
"O que salvou Rosa foi o amor. Não a paixão que um rapaz impressionável pode sentir ao ver uma bela jovem desamparada dormindo numa cama. Não, o amor de que falo é muito mais poderoso. (...)
Um amor forte o bastante para vencer a morte." 

Minha nota ficou nos 3,5 ou quase 4 estrelas, justamente por causa daquela parte do livro em que travei. Mas no geral, é um livro que merece ser lido, principalmente por quem gosta dessas releituras. Garanto que se você quer aquele toque de conto de fadas numa história singular, Enquanto Bela Dormia é a melhor opção. ❤

Se quiser ler um trecho do livro ou até mesmo saber mais informações, visite o site da Arqueiro (aqui).


Se interessou por Enquanto Bela Dormia? Encontre o melhor preço no Buscapé! Clique aqui para ir ao site.

Até o próximo post! 😘😘

30 de janeiro de 2017

Lançamentos de fevereiro - Editora Arqueiro e Sextante

Oi, gente! Como prometido no stories do Instagram, eu trouxe os lançamentos de fevereiro das nossas editoras parceiras.

Editora Arqueiro


Lançamento: 08/02


Vocês sabem que não sou muito fã de romances, mas tive que escolher essa caixa como destaque do mês, porque ela é simplesmente linda! Se eu fosse fã da Julia Quinn, com toda certeza estaria doida querendo!

Sinopse:
Os Bridgertons conhecem as Smythe-Smiths. E você?
Há quase vinte anos o sobrenome Smythe-Smith é sinônimo de música desafinada. Ainda assim – talvez por pena, talvez por surdez – a sociedade londrina continua a se reunir anualmente para assistir ao catastrófico concerto das jovens solteiras da família.
Pelo seu palco passam as histórias mais cativantes e os casais mais apaixonantes. Honoria e Marcus se reencontram e reavivam sua amizade, que pode ter um quê a mais (além de muitos bolos e tortas). Anne e Daniel sentem uma atração irresistível e precisam lidar com um perigo mortal – e com uma garotinha que ama unicórnios. Sarah e Hugh são assombrados por um evento do passado, mas não a ponto de não poderem trocar (muitos) beijos. Já Iris e sir Richard... bom, Iris não tem a mais pálida ideia do que o levou a pedi-la em casamento – ele só pode estar escondendo um segredo.
Não perca este magistral quarteto, digno de muitos aplausos!

Para mais informações, entre no site da editora clicando aqui.

Outros lançamentos:

1 | 2 | 3 | 4 | 5


Editora Sextante


Lançamento: 01/02


Eu ainda não li A Cabana, mas minha mãe adora esse livro e, pelo que ela já me contou, é uma história que nos faz refletir muito. O Guia de Estudos promete trazer trechos do livro que farão a gente pensar em nossa vida de outra maneira.

Sinopse: 
Baseado no best-seller A cabana, mais de 4 milhões de exemplares vendidos no Brasil.
Com sua mensagem de esperança e fé, A cabana inspirou milhões de pessoas no mundo, alcançando a marca de 20 milhões de livros vendidos. Agora, numa parceria com o psiquiatra Brad Robison, William P. Young criou um guia de estudos para quem deseja um encontro cara a cara com Deus.
A partir de trechos originais de A cabana, os autores propõem reflexões instigantes, que nos fazem questionar o sentido da existência e nos deixam mais perto das respostas aos maiores desafios da vida.
Este livro é um recurso indispensável para quem quer encontrar a própria coragem e enfrentar as provações do mundo.
Mais informações aqui.

O outro lançamento (nem dá pra fazer colagem dessa vez!) é o livro A Dieta Espiritual, do autor Allan Percy. Ele será lançado dia 01/02. 


Sinopse:

A dieta espiritual é um guia prático para nos ajudar a eliminar os hábitos e comportamentos que roubam a leveza do dia a dia. Neste livro, Allan Percy apresenta as 24 causas mais comuns da infelicidade humana e mostra como nos livrar delas, uma a uma, semanalmente.
Do estresse ao rancor, do medo à impaciência, do perfeccionismo à hostilidade, cada capítulo aborda um tema, a partir de um exemplo simples do cotidiano. Em seguida, os melhores “nutricionistas espirituais” de cada assunto mostram como aquele comportamento afeta nossa saúde, nossa alegria e nosso bem-estar.
Organizado como uma dieta com metas semanais, este livro tem como missão reduzir as medidas da infelicidade e da angústia, sentimentos que se instalam quando perpetuamos hábitos emocionalmente nocivos.
Mais informações aqui.

É isso gente. Espero que vocês tenham se interessado, porque pra gente foi difícil escolher os pedidos desse mês. É tanta coisa boa! 😍

Beijos!

www.coisinhasaleatorias.blogspot.com.br

Tema Base por Butlariz . Edições feitas por Mariana Fialho. Tutoriais utilizados dos blogs ButLariz, Cherry Bomb, Elaine Gaspareto e Follow Your Dreams